Fim do mundo

Maias não previram fim do mundo ?

Os maias não previram em seus textos e sua simbologia que no ano de 2012 o mundo vai acabar, afirmou neste sábado o peruano Ricardo González, um investigador da vida extraterrestre.

“Em nenhum momento os maias deixaram uma advertência de destruição do planeta porque não está assinalado nem em seus códices nem em seus símbolos de alto relevo, nos sítios arqueológicos”, disse González à agência Efe.

Os maias, que habitaram territórios do México, Guatemala, Belize, Honduras e El Salvador entre os anos 800 antes e 900 depois de Cristo, “tinham efemérides astronômicas e grandes ciclos que, esotericamente, misticamente, alguns interpretaram como o fim de nossa civilização”, disse ele.

No dia 21 de dezembro de 2012 deve ocorrer o fim de ciclo, segundo o antigo calendário maia, o que gerou um sem número de teorias, programas nos meios de comunicação, livros, sítios na internet e filmes como “2012″, do diretor Roland Emmerich.

González afirmou que “temos que interpretar tudo isto como o fim de um ciclo”, que começou no ano 3.113 antes de Cristo e “o início de outro, que deveria ser mais positivo, com maior esperança para a humanidade, mas não é o fim do mundo”.

O que é 2012? O que pode acontecer por volta deste ano?

Veja aqui várias teorias, desde científicas até espiritualistas e místicas.

Todos são unânimes em dizer que o mundo como o conhecemos pode estar com os dias contados

Conforme o ano de 2012 se aproxima, cientistas, religiosos e místicos do mundo inteiro correm atrás de pistas deixadas por civilizações e profetas do passado explicando como será o fim dos tempos. Em diversas culturas ancestrais o ano de 2012 é marcado nos calendários como o ‘Armagedom’, o ‘apocalipse’, o ‘fim do mundo’, ‘o juízo final’, ‘o fim de um ciclo’ e, nos mais otimistas, ‘o ano em que esta era terminará e outra, melhor, será iniciada’. Maias, Egípcios, Celtas, Hopis, Nostradamus e diversos profetas, Chineses e Budistas, WebBots, Cientistas e Religiosos das mais diferentes crenças dizem que o mundo como o conhecemos pode estar com os dias contados.

Veja a seguir algumas teorias do que poderá ocorrer em 2012, antes ou depois. Algumas teorias possuem base científica, outras são espiritualistas e místicas. Recomenda-se bom senso na leitura.

Segundo a cosmologia Maia , o Planeta Terra possui 5 grandes ciclos ou eras, cada um com cerca de 5.125 anos. Para eles, 4 já passaram. “Os 4 ciclos anteriores terminaram em destruição. A profecia maia do juízo final refere-se ao último dia do 5º ciclo, ou seja, 21 de dezembro de 2012.” diz Steven Alten. O quinto e atual ciclo também terminará em destruição? O que irá desencadeá-la? A resposta pode estar em um raro fenômeno cósmico que os maias previram a mais de 2.000 anos. “A profecia maia para 2012 baseia-se em um alinhamento astronômico. Em dezembro de 2012, o sol do solstício vai se alinhar com o centro de nossa galáxia. É um raro alinhamento cósmico. Acontece uma vez a cada 26.000 anos” diz John Major Jenkins, autor do livro Maya Cosmogenese 2012.

A cada 26.000 anos o sol se alinha com o centro da Via Láctea. Ao mesmo tempo ocorre outro raro fenômeno astrológico, uma mudança do eixo da terra em relação a esfera celeste. O fenômeno se chama Precessão. A data exata disto tudo é 21 de dezembro de 2012. “A Terra oscila lentamente sobre seu eixo mudando nossa orientação angular em relação a galáxia. Uma precessão completa leva 26.000 anos.” diz John Major Jenkins.

Mas o que de fato acontecerá na fatídica data de 21 de dezembro de 2012? Para muitos será o dia da aniquilação da raça humana devido a uma inversão dos pólos da Terra . Como isso seria possível? Devido a distúrbios nos campos magnéticos do Sol que, gerando colossais tormentas solares , afetarão a polaridade de todo o nosso planeta. Resultado: o campo magnético terrestre se inverterá imediatamente, com conseqüências catastróficas para a humanidade. Violentos terremotos demolirão todos os edifícios, alimentando tsunamis colossais e atividade vulcânica intensa. Na verdade, a crosta terrestre deslizará, arremessando continentes a milhares de quilômetros de sua localização atual.

Até já estão sendo desenvolvidos novos mapas  da geografia terrestres após as alterações físicas que supostamente ocorrerão. Especula-se que a Europa e a América do Norte sofrerão um deslocamento de milhares de quilômetros em direção ao Norte, e seu clima se tornará polar.

Para a surpresa de muitos, em 2008 apareceu um Crop Circle (círculos nas plantações)  indicando a formação planetária em 2012 e talvez querendo nos alertar para algo que ocorrerá em 21/12/2012.

Outros falam que grandes cataclismos serão gerados devido a passagem de um astro/cometa/planeta  perto da Terra. Seria o “abominável da desolação” de Jesus, a “abominação desoladora” do profeta Daniel, a “grande estrela ardente com um facho, chamada Absinto” do Apocalipse de João, a “grande estrela“, “o grande rei do terror“, “o monstro” ou “o novo corpo celeste” de Nostradamus, o “astro Intruso” ou “planeta higienizador” de Ramatis, o “planeta chupão” citado por Chico Xavier, ou o “Planeta X” procurado pelos astrônomos, ou o “12º planeta” de Zecharia Sitchin, ou o “Nibiru/ Marduk” dos Sumérios, ou ainda o “Hercólubus” da turma da Gnose.

edição 148 da Revista UFO , de dezembro de 2008, veiculou extenso artigo sobre o suposto astro Nibiru, intitulado Nibiru: Perigo Iminente, do professor universitário e autor Salvatore De Salvo, consultor da UFO, defendendo sua existência e a iminência de um desastre na Terra quando de sua passagem, esperada para 2012. Embora esta visão catastrófica tenha sido contestada pelo Ufólogo Marco Antonio Petit na edição 151 da Revista UFO , de março de 2009, Salvatore voltou a ratificar o alerta sobre a aproximação de Nibiru num artigo publicado pelo site da Revista Ufo em abril de 2009 . No programa Fantástico da Rede Globo de 1 de março de 2009  o tema 2012 e Nibiru foi abordado muito rapidamente. Como se poderia esperar de uma emissóra de TV aberta e destinada a grande massa (povão) infelizmente o tema foi tratado com deboche e visto como um “Hoax” (boato fraudulento), sem que tenha havido qualquer investigação aprofundada por parte da emissora (o site porque2012.com apareceu rapidamente nesta reportagem).

Parece loucura, mas talvez seja verdade que o Sol tenha uma companheira mortal que ameace a vida em nosso planeta. A hipotética companheira do sol foi sugerida pela primeira vez em 1985 por Whitmire e Matese, que a batizaram de Nêmesis, a deusa da vingança . Seria até mesmo possível que esta “estrela da morte” já estivesse presente em algum catálogo estelar, sem que ninguém tivesse notado algo incomum. Entre os defensores da existência de Nêmesis estão geólogos que apostam que a cada 26 ou 30 milhões de anos ocorrem extinções em massa da vida na Terra, paralelamente ao surgimento de uma grande cratera de impacto (ou várias delas). Registros geológicos de fato indicam uma enorme cratera de impacto no mar do Caribe, com 65 milhões de anos, do final do período cretáceo, coincidindo com o fim do reinado dos dinossauros Esse evento teria aberto caminho para que nossos antepassados mamíferos tomassem conta do planeta e nossa própria espécie pudesse evoluir. Um ou mais cometas teria atingido a Terra, argumentam, envolvendo-a numa nuvem de poeira durante meses.

A ideia de um planeta gigante e desconhecido passar perto da Terra ou até mesmo chocar-se pode parecer absurda, mas a ciência indica que temos com o que nos preocupar. Estamos falando de asteróides. Um asteroide (2003 QQ47)  de pouco mais de um quilômetro de diâmetro estaria a caminho da Terra e poderia colidir com o planeta em 21 de março de 2014, segundo astrônomos da agência britânica responsável pelo monitoramento de objetos potencialmente perigosos para o planeta. Outro risco seria o asteróide VD17 2004  descoberto em 27 de novembro de 2004, que possui aproximadamente 500 metros de comprimento e um bilhão de toneladas. A Nasa declarou que o VD17 2004 poderia colidir com a Terra no início do próximo século, e com o impacto causaria a liberação de 10 mil megatons de energia (o equivalente à explosão de todas as armas nucleares existentes no planeta) causando a destruição em massa do planeta. O 2004 VD17 é o asteróide com as maiores chances de entrar em colisão com a Terra. As chances de uma colisão com a Terra, em 4 de maio de 2102, foram avaliadas na ocasião como uma possibilidade de uma em 3.000.Novas observações e cálculos complementares aumentaram o risco a “pouco menos de um por 1.000”. Outro asteroide que põe medo nos cientistas é o chamado Apophis . Segundo os cientistas, há uma pequena possibilidade dele entrar em rota de colisão com a Terra nas próximas décadas. Recentemente a Nasa disse que não tem condições de detectar e destruir asteróides.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u719042.shtml



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Fim do mundo

Maias não previram fim do mundo ?

Os maias não previram em seus textos e sua simbologia que no ano de 2012 o mundo vai acabar, afirmou neste sábado o peruano Ricardo González, um investigador da vida extraterrestre.

“Em nenhum momento os maias deixaram uma advertência de destruição do planeta porque não está assinalado nem em seus códices nem em seus símbolos de alto relevo, nos sítios arqueológicos”, disse González à agência Efe.

Os maias, que habitaram territórios do México, Guatemala, Belize, Honduras e El Salvador entre os anos 800 antes e 900 depois de Cristo, “tinham efemérides astronômicas e grandes ciclos que, esotericamente, misticamente, alguns interpretaram como o fim de nossa civilização”, disse ele.

No dia 21 de dezembro de 2012 deve ocorrer o fim de ciclo, segundo o antigo calendário maia, o que gerou um sem número de teorias, programas nos meios de comunicação, livros, sítios na internet e filmes como “2012″, do diretor Roland Emmerich.

González afirmou que “temos que interpretar tudo isto como o fim de um ciclo”, que começou no ano 3.113 antes de Cristo e “o início de outro, que deveria ser mais positivo, com maior esperança para a humanidade, mas não é o fim do mundo”.

O que é 2012? O que pode acontecer por volta deste ano?

Veja aqui várias teorias, desde científicas até espiritualistas e místicas.

Todos são unânimes em dizer que o mundo como o conhecemos pode estar com os dias contados

Conforme o ano de 2012 se aproxima, cientistas, religiosos e místicos do mundo inteiro correm atrás de pistas deixadas por civilizações e profetas do passado explicando como será o fim dos tempos. Em diversas culturas ancestrais o ano de 2012 é marcado nos calendários como o ‘Armagedom’, o ‘apocalipse’, o ‘fim do mundo’, ‘o juízo final’, ‘o fim de um ciclo’ e, nos mais otimistas, ‘o ano em que esta era terminará e outra, melhor, será iniciada’. Maias, Egípcios, Celtas, Hopis, Nostradamus e diversos profetas, Chineses e Budistas, WebBots, Cientistas e Religiosos das mais diferentes crenças dizem que o mundo como o conhecemos pode estar com os dias contados.

Veja a seguir algumas teorias do que poderá ocorrer em 2012, antes ou depois. Algumas teorias possuem base científica, outras são espiritualistas e místicas. Recomenda-se bom senso na leitura.

Segundo a cosmologia Maia , o Planeta Terra possui 5 grandes ciclos ou eras, cada um com cerca de 5.125 anos. Para eles, 4 já passaram. “Os 4 ciclos anteriores terminaram em destruição. A profecia maia do juízo final refere-se ao último dia do 5º ciclo, ou seja, 21 de dezembro de 2012.” diz Steven Alten. O quinto e atual ciclo também terminará em destruição? O que irá desencadeá-la? A resposta pode estar em um raro fenômeno cósmico que os maias previram a mais de 2.000 anos. “A profecia maia para 2012 baseia-se em um alinhamento astronômico. Em dezembro de 2012, o sol do solstício vai se alinhar com o centro de nossa galáxia. É um raro alinhamento cósmico. Acontece uma vez a cada 26.000 anos” diz John Major Jenkins, autor do livro Maya Cosmogenese 2012.

A cada 26.000 anos o sol se alinha com o centro da Via Láctea. Ao mesmo tempo ocorre outro raro fenômeno astrológico, uma mudança do eixo da terra em relação a esfera celeste. O fenômeno se chama Precessão. A data exata disto tudo é 21 de dezembro de 2012. “A Terra oscila lentamente sobre seu eixo mudando nossa orientação angular em relação a galáxia. Uma precessão completa leva 26.000 anos.” diz John Major Jenkins.

Mas o que de fato acontecerá na fatídica data de 21 de dezembro de 2012? Para muitos será o dia da aniquilação da raça humana devido a uma inversão dos pólos da Terra . Como isso seria possível? Devido a distúrbios nos campos magnéticos do Sol que, gerando colossais tormentas solares , afetarão a polaridade de todo o nosso planeta. Resultado: o campo magnético terrestre se inverterá imediatamente, com conseqüências catastróficas para a humanidade. Violentos terremotos demolirão todos os edifícios, alimentando tsunamis colossais e atividade vulcânica intensa. Na verdade, a crosta terrestre deslizará, arremessando continentes a milhares de quilômetros de sua localização atual.

Até já estão sendo desenvolvidos novos mapas  da geografia terrestres após as alterações físicas que supostamente ocorrerão. Especula-se que a Europa e a América do Norte sofrerão um deslocamento de milhares de quilômetros em direção ao Norte, e seu clima se tornará polar.

Para a surpresa de muitos, em 2008 apareceu um Crop Circle (círculos nas plantações)  indicando a formação planetária em 2012 e talvez querendo nos alertar para algo que ocorrerá em 21/12/2012.

Outros falam que grandes cataclismos serão gerados devido a passagem de um astro/cometa/planeta  perto da Terra. Seria o “abominável da desolação” de Jesus, a “abominação desoladora” do profeta Daniel, a “grande estrela ardente com um facho, chamada Absinto” do Apocalipse de João, a “grande estrela“, “o grande rei do terror“, “o monstro” ou “o novo corpo celeste” de Nostradamus, o “astro Intruso” ou “planeta higienizador” de Ramatis, o “planeta chupão” citado por Chico Xavier, ou o “Planeta X” procurado pelos astrônomos, ou o “12º planeta” de Zecharia Sitchin, ou o “Nibiru/ Marduk” dos Sumérios, ou ainda o “Hercólubus” da turma da Gnose.

edição 148 da Revista UFO , de dezembro de 2008, veiculou extenso artigo sobre o suposto astro Nibiru, intitulado Nibiru: Perigo Iminente, do professor universitário e autor Salvatore De Salvo, consultor da UFO, defendendo sua existência e a iminência de um desastre na Terra quando de sua passagem, esperada para 2012. Embora esta visão catastrófica tenha sido contestada pelo Ufólogo Marco Antonio Petit na edição 151 da Revista UFO , de março de 2009, Salvatore voltou a ratificar o alerta sobre a aproximação de Nibiru num artigo publicado pelo site da Revista Ufo em abril de 2009 . No programa Fantástico da Rede Globo de 1 de março de 2009  o tema 2012 e Nibiru foi abordado muito rapidamente. Como se poderia esperar de uma emissóra de TV aberta e destinada a grande massa (povão) infelizmente o tema foi tratado com deboche e visto como um “Hoax” (boato fraudulento), sem que tenha havido qualquer investigação aprofundada por parte da emissora (o site porque2012.com apareceu rapidamente nesta reportagem).

Parece loucura, mas talvez seja verdade que o Sol tenha uma companheira mortal que ameace a vida em nosso planeta. A hipotética companheira do sol foi sugerida pela primeira vez em 1985 por Whitmire e Matese, que a batizaram de Nêmesis, a deusa da vingança . Seria até mesmo possível que esta “estrela da morte” já estivesse presente em algum catálogo estelar, sem que ninguém tivesse notado algo incomum. Entre os defensores da existência de Nêmesis estão geólogos que apostam que a cada 26 ou 30 milhões de anos ocorrem extinções em massa da vida na Terra, paralelamente ao surgimento de uma grande cratera de impacto (ou várias delas). Registros geológicos de fato indicam uma enorme cratera de impacto no mar do Caribe, com 65 milhões de anos, do final do período cretáceo, coincidindo com o fim do reinado dos dinossauros Esse evento teria aberto caminho para que nossos antepassados mamíferos tomassem conta do planeta e nossa própria espécie pudesse evoluir. Um ou mais cometas teria atingido a Terra, argumentam, envolvendo-a numa nuvem de poeira durante meses.

A ideia de um planeta gigante e desconhecido passar perto da Terra ou até mesmo chocar-se pode parecer absurda, mas a ciência indica que temos com o que nos preocupar. Estamos falando de asteróides. Um asteroide (2003 QQ47)  de pouco mais de um quilômetro de diâmetro estaria a caminho da Terra e poderia colidir com o planeta em 21 de março de 2014, segundo astrônomos da agência britânica responsável pelo monitoramento de objetos potencialmente perigosos para o planeta. Outro risco seria o asteróide VD17 2004  descoberto em 27 de novembro de 2004, que possui aproximadamente 500 metros de comprimento e um bilhão de toneladas. A Nasa declarou que o VD17 2004 poderia colidir com a Terra no início do próximo século, e com o impacto causaria a liberação de 10 mil megatons de energia (o equivalente à explosão de todas as armas nucleares existentes no planeta) causando a destruição em massa do planeta. O 2004 VD17 é o asteróide com as maiores chances de entrar em colisão com a Terra. As chances de uma colisão com a Terra, em 4 de maio de 2102, foram avaliadas na ocasião como uma possibilidade de uma em 3.000.Novas observações e cálculos complementares aumentaram o risco a “pouco menos de um por 1.000”. Outro asteroide que põe medo nos cientistas é o chamado Apophis . Segundo os cientistas, há uma pequena possibilidade dele entrar em rota de colisão com a Terra nas próximas décadas. Recentemente a Nasa disse que não tem condições de detectar e destruir asteróides.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u719042.shtml


Civilização Inca

                                      Civilização Inca

Os incas viveram na região da Cordilheira dos Andes (América do Sul ) nos atuais Peru, Bolívia, Chile e Equador. Fundaram no século XIII a capital do império: a cidade sagrada de Cusco. Foram dominados pelos espanhóis em 1532.

 pintura: arte inca

O imperador, conhecido por Sapa Inca era considerado um deus na Terra. A sociedade era hierarquizada e formada por: nobres (governantes, chefes militares, juízes e sacerdotes), camada média ( funcionários públicos e trabalhadores especializados) e classe mais baixa (artesãos e os camponeses). Esta última camada pagava altos tributos ao rei  em mercadorias ou com trabalhos em obras públicas.

Na arquitetura, desenvolveram várias construções com enormes blocos de  pedras encaixadas, como templos, casas e palácios. A cidade de Machu Picchu foi descoberta somente em 1911 e revelou toda a eficiente estrutura urbana desta sociedade. A agricultura era extremamente desenvolvida, pois plantavam nos chamados terraços (degraus formados nas costas das montanhas). Plantavam e colhiam feijão, milho (alimento sagrado) e batata. Construíram canais de irrigação, desviando o curso dos rios para as aldeias. A arte destacou-se pela qualidade dos objetos de ouro, prata, tecidos e jóias.

Domesticaram a lhama (animal da família do camelo) e utilizaram como meio de transporte, além de retirar a lã , carne e leite deste animal. Além da lhama, alpacas e vicunhas também eram criadas.

A religião tinha como principal deus o Sol (deus Inti). Porém, cultuavam também animais considerados sagrados como o condor e o jaguar. Acreditavam num criador antepassado chamado Viracocha (criador de tudo).

Criaram um interessante e eficiente sistema de contagem : o quipo. Este era um instrumento feito de cordões coloridos, onde cada cor representava a contagem de algo. Com o quipo, registravam e somavam as colheitas, habitantes e impostos. Mesmo com todo desenvolvimento, este povo não desenvolveu um sistema de escrita.


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Civilização Inca

                                      Civilização Inca

Os incas viveram na região da Cordilheira dos Andes (América do Sul ) nos atuais Peru, Bolívia, Chile e Equador. Fundaram no século XIII a capital do império: a cidade sagrada de Cusco. Foram dominados pelos espanhóis em 1532.

 pintura: arte inca

O imperador, conhecido por Sapa Inca era considerado um deus na Terra. A sociedade era hierarquizada e formada por: nobres (governantes, chefes militares, juízes e sacerdotes), camada média ( funcionários públicos e trabalhadores especializados) e classe mais baixa (artesãos e os camponeses). Esta última camada pagava altos tributos ao rei  em mercadorias ou com trabalhos em obras públicas.

Na arquitetura, desenvolveram várias construções com enormes blocos de  pedras encaixadas, como templos, casas e palácios. A cidade de Machu Picchu foi descoberta somente em 1911 e revelou toda a eficiente estrutura urbana desta sociedade. A agricultura era extremamente desenvolvida, pois plantavam nos chamados terraços (degraus formados nas costas das montanhas). Plantavam e colhiam feijão, milho (alimento sagrado) e batata. Construíram canais de irrigação, desviando o curso dos rios para as aldeias. A arte destacou-se pela qualidade dos objetos de ouro, prata, tecidos e jóias.

Domesticaram a lhama (animal da família do camelo) e utilizaram como meio de transporte, além de retirar a lã , carne e leite deste animal. Além da lhama, alpacas e vicunhas também eram criadas.

A religião tinha como principal deus o Sol (deus Inti). Porém, cultuavam também animais considerados sagrados como o condor e o jaguar. Acreditavam num criador antepassado chamado Viracocha (criador de tudo).

Criaram um interessante e eficiente sistema de contagem : o quipo. Este era um instrumento feito de cordões coloridos, onde cada cor representava a contagem de algo. Com o quipo, registravam e somavam as colheitas, habitantes e impostos. Mesmo com todo desenvolvimento, este povo não desenvolveu um sistema de escrita.

Civilização Asteca

Civilização Asteca 

Povo guerreiro, os astecas habitaram a região do atual México entre os séculos XIV e XVI. Fundaram no século XIV a importante cidade de Tenochtitlán (atual Cidade do México), numa região de pântanos, próxima do lago Texcoco.

A sociedade era hierarquizada e comandada por um imperador, chefe do exército. A nobreza era também formada por sacerdotes e chefes militares. Os camponeses, artesãos e trabalhadores urbanos compunham grande parte da população. Esta camada mais baixa da sociedade era obrigada a exercer um trabalho compulsório para o imperador, quando este os convocava para trabalhos em obras públicas (canais de irrigação, estradas, templos, pirâmides).

Durante o governo do imperador Montezuma II (início do século XVI), o império asteca chegou a ser formado por aproximadamente 500 cidades, que pagavam altos impostos para o imperador. O império começou a ser destruído em 1519 com as invasões espanholas. Os espanhóis dominaram os astecas e tomaram grande parte dos objetos de ouro desta civilização. Não satisfeitos, ainda escravizaram os astecas, forçando-os a trabalharem nas minas de ouro e prata da região.

 Arte asteca e arquitetura: pirâmide da civilização asteca

Os astecas desenvolveram muito as técnicas agrícolas, construindo obras de drenagem e as chinampas (ilhas de cultivo), onde plantavam e colhiam milho, pimenta, tomate, cacau etc. As sementes de cacau, por exemplo, eram usadas como moedas por este povo.

O artesanato a era riquíssimo, destacando-se a confecção de tecidos, objetos de ouro e prata e artigos com pinturas.

A religião era politeísta, pois cultuavam diversos deuses da natureza (deus Sol, Lua, Trovão, Chuva) e uma deusa representada por uma Serpente Emplumada. A escrita era representada por desenhos e símbolos. O calendário maia foi utilizado com modificações pelos astecas. Desenvolveram diversos conceitos matemáticos e de astronomia.

Na arquitetura, construíram enormes pirâmides utilizadas para cultos religiosos e sacrifícios humanos. Estes, eram realizados em datas específicas em homenagem aos deuses. Acreditavam, que com os sacrifícios, poderiam deixar os deuses mais calmos e felizes.

Civilização Asteca

Civilização Asteca 

Povo guerreiro, os astecas habitaram a região do atual México entre os séculos XIV e XVI. Fundaram no século XIV a importante cidade de Tenochtitlán (atual Cidade do México), numa região de pântanos, próxima do lago Texcoco.

A sociedade era hierarquizada e comandada por um imperador, chefe do exército. A nobreza era também formada por sacerdotes e chefes militares. Os camponeses, artesãos e trabalhadores urbanos compunham grande parte da população. Esta camada mais baixa da sociedade era obrigada a exercer um trabalho compulsório para o imperador, quando este os convocava para trabalhos em obras públicas (canais de irrigação, estradas, templos, pirâmides).

Durante o governo do imperador Montezuma II (início do século XVI), o império asteca chegou a ser formado por aproximadamente 500 cidades, que pagavam altos impostos para o imperador. O império começou a ser destruído em 1519 com as invasões espanholas. Os espanhóis dominaram os astecas e tomaram grande parte dos objetos de ouro desta civilização. Não satisfeitos, ainda escravizaram os astecas, forçando-os a trabalharem nas minas de ouro e prata da região.

 Arte asteca e arquitetura: pirâmide da civilização asteca

Os astecas desenvolveram muito as técnicas agrícolas, construindo obras de drenagem e as chinampas (ilhas de cultivo), onde plantavam e colhiam milho, pimenta, tomate, cacau etc. As sementes de cacau, por exemplo, eram usadas como moedas por este povo.

O artesanato a era riquíssimo, destacando-se a confecção de tecidos, objetos de ouro e prata e artigos com pinturas.

A religião era politeísta, pois cultuavam diversos deuses da natureza (deus Sol, Lua, Trovão, Chuva) e uma deusa representada por uma Serpente Emplumada. A escrita era representada por desenhos e símbolos. O calendário maia foi utilizado com modificações pelos astecas. Desenvolveram diversos conceitos matemáticos e de astronomia.

Na arquitetura, construíram enormes pirâmides utilizadas para cultos religiosos e sacrifícios humanos. Estes, eram realizados em datas específicas em homenagem aos deuses. Acreditavam, que com os sacrifícios, poderiam deixar os deuses mais calmos e felizes.


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História dos Maias

História dos Maias
Conheça a história da Civilização Maia, aspectos culturais, economia, religião, calendário, trabalho no campo, o imperador, escrita e arquitetura

Calendário Maia: exemplo da cultura maia

Introdução 

A civilização maia habitou a região das florestas tropicais das atuais Guatemala, Honduras e Península de Yucatán (sul do atual México). Este povo nestas regiões entre os séculos IV a.C e IX a.C. Entre os séculos IX e X , os toltecas invadiram essas regiões e dominaram a civilização maia.

Organização e sociedade 

Nunca chegaram a formar um império unificado, fato que favoreceu a invasão e domínio de outros povos vizinhos. As cidades formavam o núcleo de decisões e práticas políticas e religiosas da civilização e eram governadas por um estado teocrático.O império maia era considerado um representante dos deuses no Planeta Terra. A zona urbana era habitada apenas pelos nobres (família real), sacerdotes (responsáveis pelos cultos e conhecimentos), chefes militares e administradores do império (cobradores de impostos). Os camponeses, que formavam a base da sociedade, artesão e trabalhadores urbanos faziam parte das camadas menos privilegiadas e tinham que pagar altos impostos.

Economia e agricultura 

A economia era baseada na agricultura, principalmente de milho, feijão e tubérculos. Suas técnicas de irrigação do solo eram muito avançadas para a época. Praticavam o comércio de mercadorias com povos vizinhos e no interior do império.
Ergueram pirâmides, templos e palácios, demonstrando um grande avanço arquitetônico. O artesanato também se destacou: fiação de tecidos, uso de tintas em tecidos e roupas.

Religião

A religião deste povo era politeísta, pois acreditavam em vários deuses ligados à natureza. Elaboraram um eficiente e complexo  calendário que estabelecia com exatidão os 365 dias do ano.

Escrita

Assim como os egípcios, usaram uma escrita baseada em símbolos e desenhos (hieróglifos). Registravam acontecimentos, datas, contagem de impostos e colheitas, guerras e outros dados importantes.

Matemática maia

Desenvolveram muito a matemática, com destaque para a invenção das casas decimais e o valor zero.

Para saber mais (livros):

– ANNEQUIN, Guy. Religião e Ciência entre os Maias. In: A Civilização dos Maias. Rio de Janeiro: Otto Pierre Editores, 1977.
– DANIKEN, Erich von. O que teria acontecido em 11 de Agosto de 3114 a.C.?. In: O dia em que os deuses chegaram. São Paulo: Círculo do Livro, 1986.

Civilização Maia 

O povo maia habitou a região das florestas tropicais das atuais GuatemalaHonduras e Península de Yucatán (região sul do atual México). Viveram nestas regiões entre os séculos IV a.C e IX a.C. Entre os séculos IX e X , os toltecas invadiram essas regiões e dominaram a civilização maia.

Nunca chegaram a formar um império unificado, fato que favoreceu a invasão e domínio de outros povos. As cidades formavam o núcleo político e religioso da civilização e eram governadas por um estado teocrático.O império maia era considerado um representante dos deuses na Terra.

A zona urbana era habitada apenas pelos nobres (família real), sacerdotes (responsáveis pelos cultos e conhecimentos), chefes militares e administradores do império (cobradores de impostos). Os camponeses, que formavam a base da sociedade, artesão e trabalhadores urbanos faziam parte das camadas menos privilegiadas e tinham que pagar altos impostos.

 Arte e arquitetura: pirâmide da civilização maia

A base da economia maia era a agricultura, principalmente de milho, feijão e tubérculos. Suas técnicas de irrigação eram muito avançadas. Praticavam o comércio de mercadorias com povos vizinhos e no interior do império.

Ergueram pirâmides, templos e palácios, demonstrando um grande avanço na arquitetura. O artesanato também se destacou: fiação de tecidos, uso de tintas em tecidos e roupas.

A religião deste povo era politeísta, pois acreditavam em vários deuses ligados à natureza. Elaboraram um eficiente e complexo  calendário que estabelecia com exatidão os 365 dias do ano.

Assim como os egípcios, usaram uma escrita baseada em símbolos e desenhos (hieróglifos). Registravam acontecimentos, datas, contagem de impostos e colheitas, guerras e outros dados importantes.

Desenvolveram muito a matemática, com destaque para a invenção das casas decimais e o valor zero.


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História dos Maias

História dos Maias
Conheça a história da Civilização Maia, aspectos culturais, economia, religião, calendário, trabalho no campo, o imperador, escrita e arquitetura

Calendário Maia: exemplo da cultura maia

Introdução 

A civilização maia habitou a região das florestas tropicais das atuais Guatemala, Honduras e Península de Yucatán (sul do atual México). Este povo nestas regiões entre os séculos IV a.C e IX a.C. Entre os séculos IX e X , os toltecas invadiram essas regiões e dominaram a civilização maia.

Organização e sociedade 

Nunca chegaram a formar um império unificado, fato que favoreceu a invasão e domínio de outros povos vizinhos. As cidades formavam o núcleo de decisões e práticas políticas e religiosas da civilização e eram governadas por um estado teocrático.O império maia era considerado um representante dos deuses no Planeta Terra. A zona urbana era habitada apenas pelos nobres (família real), sacerdotes (responsáveis pelos cultos e conhecimentos), chefes militares e administradores do império (cobradores de impostos). Os camponeses, que formavam a base da sociedade, artesão e trabalhadores urbanos faziam parte das camadas menos privilegiadas e tinham que pagar altos impostos.

Economia e agricultura 

A economia era baseada na agricultura, principalmente de milho, feijão e tubérculos. Suas técnicas de irrigação do solo eram muito avançadas para a época. Praticavam o comércio de mercadorias com povos vizinhos e no interior do império.
Ergueram pirâmides, templos e palácios, demonstrando um grande avanço arquitetônico. O artesanato também se destacou: fiação de tecidos, uso de tintas em tecidos e roupas.

Religião

A religião deste povo era politeísta, pois acreditavam em vários deuses ligados à natureza. Elaboraram um eficiente e complexo  calendário que estabelecia com exatidão os 365 dias do ano.

Escrita

Assim como os egípcios, usaram uma escrita baseada em símbolos e desenhos (hieróglifos). Registravam acontecimentos, datas, contagem de impostos e colheitas, guerras e outros dados importantes.

Matemática maia

Desenvolveram muito a matemática, com destaque para a invenção das casas decimais e o valor zero.

Para saber mais (livros):

– ANNEQUIN, Guy. Religião e Ciência entre os Maias. In: A Civilização dos Maias. Rio de Janeiro: Otto Pierre Editores, 1977.
– DANIKEN, Erich von. O que teria acontecido em 11 de Agosto de 3114 a.C.?. In: O dia em que os deuses chegaram. São Paulo: Círculo do Livro, 1986.

Civilização Maia 

O povo maia habitou a região das florestas tropicais das atuais GuatemalaHonduras e Península de Yucatán (região sul do atual México). Viveram nestas regiões entre os séculos IV a.C e IX a.C. Entre os séculos IX e X , os toltecas invadiram essas regiões e dominaram a civilização maia.

Nunca chegaram a formar um império unificado, fato que favoreceu a invasão e domínio de outros povos. As cidades formavam o núcleo político e religioso da civilização e eram governadas por um estado teocrático.O império maia era considerado um representante dos deuses na Terra.

A zona urbana era habitada apenas pelos nobres (família real), sacerdotes (responsáveis pelos cultos e conhecimentos), chefes militares e administradores do império (cobradores de impostos). Os camponeses, que formavam a base da sociedade, artesão e trabalhadores urbanos faziam parte das camadas menos privilegiadas e tinham que pagar altos impostos.

 Arte e arquitetura: pirâmide da civilização maia

A base da economia maia era a agricultura, principalmente de milho, feijão e tubérculos. Suas técnicas de irrigação eram muito avançadas. Praticavam o comércio de mercadorias com povos vizinhos e no interior do império.

Ergueram pirâmides, templos e palácios, demonstrando um grande avanço na arquitetura. O artesanato também se destacou: fiação de tecidos, uso de tintas em tecidos e roupas.

A religião deste povo era politeísta, pois acreditavam em vários deuses ligados à natureza. Elaboraram um eficiente e complexo  calendário que estabelecia com exatidão os 365 dias do ano.

Assim como os egípcios, usaram uma escrita baseada em símbolos e desenhos (hieróglifos). Registravam acontecimentos, datas, contagem de impostos e colheitas, guerras e outros dados importantes.

Desenvolveram muito a matemática, com destaque para a invenção das casas decimais e o valor zero.

Gripe Suína

O que é a gripe suína, e porque ela pode ser muito perigosa? Resposta em 8 etapas:

1 – O que é o vírus da gripe e o que quer dizer H1N1:
2 – Qual o perigo de um vírus diferente?
3 – E como é o vírus suíno?
4 – Por que a gripe suína é perigosa?
5 – Como está a situação atual?
6 – Qual o risco de uma pandemia?
7 – Quais defesas nós temos contra o vírus?
8 – Atitudes individuais que podem ajudar.

1 – O que é o vírus da gripe e o que quer dizer H1N1:

Existem 3 tipos de influenza, o vírus que causa a gripe, o A, B e C. O
influenza A é o mais variável e que causa mais estragos todos anos
. Ele
tem 8 pedaços de RNA (RNA mesmo, não é DNA) dentro de uma cápsula. Duas
proteínas deles são mais importantes para entendermos. Uma é chamada de
Hemaglutinina, fica do lado de fora do vírus e serve para fazer contato com a
célula. Como ela se liga em células, quando o colocam o vírus em uma
gota de sangue, os glóbulos vermelhos ficam aglutinados (hemo
aglutinina, hemaglutinina). A outra é a Neuraminidase , ela quebra os açúcares onde a hemaglutinina se liga para liberar os vírus recém formados.

Como a hemaglutinina e a neuraminidase ficam para fora do vírus, são as
proteínas mais reconhecidas por anticorpos e usadas nos testes de
diagnóstico. Por isso as linhagens de influenza são nomeadas pelas
letras HN, como H1N1, H3N2, de acordo com o tipo de cada uma.

São conhecidos 16 tipos de Hemaglutinina e 9 de Neuraminidase. Só
alguns são frequentes em seres humanos, H1, 2 e 3 e N1 e 2. Todos os
outros são encontrados em aves aquáticas, principalmente patos, que são
o reservatório natural do Influenza A.
 As aves migratórias misturam os
vírus em escala mundial pois nelas a gripe não causa sintomas, e infecta o
sistema digestivo ao invés do respiratório. Quando param em lagos para
comer durante a migração, defecam e a água fica forrada de influenza.
Num lago com água fria o vírus chega a durar 30 dias. Os mais perigosos,
que matam mais galinhas e pessoas quando transmitidos, são os H5 e H7. [1]


Microscopia eletrônica do vírus influenza


2 – Qual o perigo de um vírus diferente?

O motivo para não sermos imunes ao influenza A depois de uma gripe é
que o vírus muta muito [2]. Dois fenômenos são importantes, o drift, onde o
vírus acumula pequenas mutações nos genes H e N, suficientes para no
ano seguinte nosso sistema imune não reconhecer o vírus. Mais
importante (e mais frequente do que se imaginava) é o shift
. O shift
acontece quando dois influenza diferentes entram na mesma célula e ao
saírem misturam seus cromossomos, e dos oito pedaços que levam, alguns
são do vírus x e outros do y. Quando isso acontece, o vírus muda
abruptamente e nosso sistema imune fica completamente despreparado. É o
que faz com que vacinas falhem
. Na verdade, existe um atraso entre
coletar o vírus e produzir a vacina, de maneira que todo ano temos que
estudar o vírus e tentar prever qual vai ser a forma mais importante na
epidemia.

As maiores epidemias recentes de gripe ocorreram quando houve
rearranjo entre o vírus humano e o vírus aviário, como na gripe
asiática de 1957 (H2N2) e Hong Kong 1968 (H3N2). o vírus da gripe
espanhola, é H1N1 e aparentemente saltou direto dos patos para o ser
humano, sem rearranjo [3]Quem intermedia o rearranjo, contraindo o
vírus humano e aviário? Os porcos e galinhas.

Isso explica porque a maioria das pandemias de gripe começa na Ásia.
Imagine mercados populares lotados de gente, onde se vendem em barracas
patos, patos selvagens, galinhas, gansos e porcos. Soma a isso a
técnica de alimentação dos porcos, onde eles colocam a gaiola dos patos
e das galinhas em cima da dos porcos, e dão comida apenas para as aves.
Isso gera as condições ideais para o surgimento de vírus aviários
infectando humanos.

3 – E como é o vírus suíno?

O vírus mais comum em porcos é o tipo H1N1. São várias linhagens diferentes circulando na Europa, Ásia e nas Américas, e nenhuma delas é próxima da linhagemda Gripe Espanhola.

Este vírus que infectou pessoas no México e na Califórnia foi sequenciado por uma equipe canadense, e foi descrito pelo CDC aqui . Segundo o CDC, a Hemaglutinina e alguns outros genes são próximos dos vírus que normalmente circulam nos EUA, mas a Neuraminidase e outro gene são de linhagens européias e asiáticas, além de um gene parecido com o influenza humano , o qué é novo. Em local nenhum no site do CDC encontrei referências a algum gene ser próximo do H5N1, causador da Gripe Aviária, nem nada que diga que este vírus é próximo do da Gripe Espanhola.
[update] O vírus H1N1 é um rearranjo de duas cepas suínas , uma que circula nas Américas e outra que circula na Europa. Não há genes do vírus aviário ou de alguma cepa humana.

[update 2] O vírus H1N1 é um rearranjo de três cepas suínas, duas que circulam na América do Norte e outra que circula na Europa e Ásia. Os genes que vieram de humanos e aves são de duas das cepas, mas já circulam em porcos há pelo menos 20 anos.


4 – Por que a gripe suína é perigosa?

Os porcos e as aves domésticas são os “atravessadores” dos vírus que circulam em aves migratórias para os seres humanos. Por isso os vírus que eles nos transmitem são perigosos, por serem muito diferentes do que nosso sistema imune encontra normalmente. Além de poderem ser um ponto de rearranjo entre um vírus diferente e um vírus adaptado ao ser humano.

Aparentemente, o que impede o H5N1 (Gripe Aviária) de ser transmitido de humanos para humanos, é o receptor celular que o vírus usa. Até hoje, H5N1 só foi transmitido de aves para seres humanos (uma possível exceção é uma transmissão entre mãe e filha, mas o contato entre elas foi intenso) porque o vírus infecta melhor o sistema respiratório e digestivo das aves do que o humano.

O perigo é que, as células do sistema respiratório dos porcos são mais parecidas com as nossas, de forma que um vírus adaptado ao porco teoricamente pode ser transmitido entre humanos do que um vírus aviário. [4]

Outro fator preocupante é que o vírus da gripe suína atual tem infectado principalmente jovens. Normalmente, crianças e idosos sofrem de gripe. O padrão de vírus agressivo que ataca jovens, com o sistema imune bem saudável, lembra muito o da Gripe Espanhola de 1918.

5 – Como está a situação atual?

Nos Estados Unidos, até agora (25/04/2009) foram confirmados 11 casos , todos de gripe forte, mas nenhum fatal.

Já no México, são três eventos separados :
Um começa em 18 de março no Distrito Federal do México, a capital do apís, e até 23 de abril são mais de 850 casos de pneumonia, dos quais 59 morreram.

Em São Luis Potosi, região central, são 24 casos com 3 mortes.

Em Mexicali, próximo dos EUA, são 4 casos e nenhuma morte.

6 – Qual o risco de uma pandemia?

Este não é o primeiro surto de Gripe Suína. O surto mais importante
aconteceu em Fort DIx, um acampamento militar americano, em 1976, e
ensinou uma grande lição para as entidades de saúde. Na época,
esperava-se um grande surto de Influenza, e tudo indicava que o vírus da gripe suína que estava atacando os jovens militares poderia ser o responsável. A pressão de 500 pessoas doentes e uma morte fez com que decisões erradas fossem tomadas, e iniciou-se uma vacinação em massa nos EUA com consequências drásticas. Recomendo a leitura do livro A Próxima Peste, de Laurie Garret, que explica em detalhes esta ocasião.

O ponto é, a OMS (Organização Mundial de Saúde), órgão responsável entre outras coisas por monitorar surtos de gripe pelo mundo, não trabalha com SE teremos uma pandemia de gripe, trabalha com QUANDO teremosCom o tamanho de população que atingimos, e a facilidade de transporte que temos atualmente, é muito provável que uma linhagem perigosa de influenza cause um grande estrago. Seja essa pandemia causada pelo vírus da gripe aviária, suína ou qualquer outro.

Aqui uma parte nada animadora da lista de 10 itens sobre a Pandemia de Gripe da OMS:

Estamos à beira de um surto. Todos os
países serão afetados. Os suprimentos médicos serão inadequados. Vão
ocorrer muitas mortes. O rompimento econômico e social será enorme.

A OMS tem uma escala de alerta mundial que vai de 1 a 6
, 1 tudo tranquilo, não existe nenhuma doença perigosa, 6 fudeu tudo a coisa está complicada, a
pandemia está correndo solta. Estamos no estágio 3, existe uma doença
mas por enquanto não circula por contágio pessoa a pessoa
. Ainda não houve motivos suficientes para passarmos para o nível 4, onde há transmissão entre humanos frequente.

7 – Quais defesas nós temos contra o vírus?

Existem poucos remédios antivirais porque os vírus usam as células para
se reproduzir, possuem pouca coisa própria, ao contrário das bactérias.
No caso do influenza, existem os inibidores da neuraminidase, que
impedem o vírus de se liberar da célula, como a Amantadina e o Tamiflu. Mas, o vírus muta e desenvolve resistência facilmente a essas
drogas, e não se sabe qual a facilidade disso acontecer com o H1N1.

A linhagem atual  é resistente a Amantadina e Rimantadina, mas suscetível a Tamiflu e Zanamivir. Embora ocorram alguns casos de resistência, eles são esperados e até agora não estõa sendo transmitidos.

Outra defesa são as vacinas. Elas são a forma mais barata e rápida de
se proteger da gripe. O problema está na agilidade de desenvolver uma
vacina para o vírus certo e em tempo hábil para distribuir a população. E existe uma ordem de
prioridades na vacinação. Primeiro pessoas em situação chave, como
funcionários do governo, médicos, depois pessoas mais suscetíveis, como
idosos e crianças, e por último a população como um todo.

8 – De qualquer forma, há atitudes individuais que podem ajudar:

Lave bem as mãos, e frequentemente. Ao contrário do que se imagina, é mais fácil contrair o Influenza com um aperto de mão do que com um beijo no rosto. Se alguém resfriado espirra com a mão na frente da boca, e damos a mão a esta pessoa, podemos colocar a mão em contato com o olho e nariz, e contrair o vírus. Ou seja, lave bem as mãos, regularmente, e se estiver gripado, cubra o espirro com um lenço e jogue fora.

Evite aglomerações e locais fechados, principalmente com ar-condicionado. O Influenza dura mais tempo no ar em clima seco e frio, e um lugar fechado com ar-condicionado mistura várias pessoas em condições propícias para o vírus.

História

      O vírus da gripe suína clássica (uma gripe de tipo A do vírus H1N1) foi primeiramente isolado de um porco em 1930 O foco deste vírus foi detectado na primeira parte do México, incluindo a Cidade do México, em março de 2009. Do México, a gripe suína tenha entrado muitas partes do do mundo. A gripe é considerada uma doença respiratória da população de suínos e pode ser contatada de suínos para o homem e para a saúde humana. De 2005 a 2009, doze conhecidos infecções humanas de gripe suína foram relatados nos Estados Unidos. Uma nova estirpe da gripe suína teve tona em 2009 que nunca foi visto ou identificado. Esta nova estirpe criou temores na população civil e da saúde da comunidade do México, os Estados Unidos, bem como em todo o mundo.

      Países e organizações mundiais de saúde tem a preocupação de que esse vírus da gripe tem a capacidade de ser a próxima gripe epidemia que começou em 1918 chamou a gripe espanhola. Este particular aviária tinha matado 20 a 100 milhões de pessoas em todo o mundo.

Sintomas

      Nos adultos, os sintomas mais comuns da gripe suína são muito semelhantes à gripe comum. Eles incluem a falta de apetite, tosse, falta de energia e febre. Outros sintomas podem incluir náuseas, diarreia e vómitos, dor de garganta e, eventualmente, uma coriza nasal. Em crianças, alguns dos sintomas podem incluir gripe comum que os sintomas podem incluir irritabilidade, alteração na cor da pele, a falta de vontade de beber líquidos, problemas respiratórios, como respiração acelerada ou respirações curtas e dificuldade despertar durante cochilos.

      
Uma nova estirpe de vírus da gripe foi confirmada no hemisfério ocidental. O vírus da gripe denominada “gripe suína” (virus subtype A H1N1 ) foi detectado na primeira década de 1930 a partir de um porco. Esse especial vírus da gripe foi agora reportadas pela primeira vez no México em março de 2009 e se espalhou para outras partes do mundo, incluindo Estados Unidos, Canadá, América Latina, Ásia, Europa e Austrália. As informações sobre este perigoso vírus enumerados no http://www.swine virus.org abaixo deverá ser útil a compreensão da gripe suína, incluindo sua história, sintomas e tratamento.      A gripe suína, bem como outras epidemias gripe são consideradas perigosas para a saúde humana e podem causar a morte daqueles que nos contactaram este grave aviária. Precauções são necessárias e todas as nações e agências globais são instados a prevenir, tratar e conter o surto de gripe suína. Este website, Gripe Suina.com é apenas um dos muitos sites que devem ser lidas para manter informados sobre o vírus .. Outros recursos estão o tratamento estão listadas na página deste site.


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Gripe Suína

O que é a gripe suína, e porque ela pode ser muito perigosa? Resposta em 8 etapas:

1 – O que é o vírus da gripe e o que quer dizer H1N1:
2 – Qual o perigo de um vírus diferente?
3 – E como é o vírus suíno?
4 – Por que a gripe suína é perigosa?
5 – Como está a situação atual?
6 – Qual o risco de uma pandemia?
7 – Quais defesas nós temos contra o vírus?
8 – Atitudes individuais que podem ajudar.

1 – O que é o vírus da gripe e o que quer dizer H1N1:

Existem 3 tipos de influenza, o vírus que causa a gripe, o A, B e C. O
influenza A é o mais variável e que causa mais estragos todos anos
. Ele
tem 8 pedaços de RNA (RNA mesmo, não é DNA) dentro de uma cápsula. Duas
proteínas deles são mais importantes para entendermos. Uma é chamada de
Hemaglutinina, fica do lado de fora do vírus e serve para fazer contato com a
célula. Como ela se liga em células, quando o colocam o vírus em uma
gota de sangue, os glóbulos vermelhos ficam aglutinados (hemo
aglutinina, hemaglutinina). A outra é a Neuraminidase , ela quebra os açúcares onde a hemaglutinina se liga para liberar os vírus recém formados.

Como a hemaglutinina e a neuraminidase ficam para fora do vírus, são as
proteínas mais reconhecidas por anticorpos e usadas nos testes de
diagnóstico. Por isso as linhagens de influenza são nomeadas pelas
letras HN, como H1N1, H3N2, de acordo com o tipo de cada uma.

São conhecidos 16 tipos de Hemaglutinina e 9 de Neuraminidase. Só
alguns são frequentes em seres humanos, H1, 2 e 3 e N1 e 2. Todos os
outros são encontrados em aves aquáticas, principalmente patos, que são
o reservatório natural do Influenza A.
 As aves migratórias misturam os
vírus em escala mundial pois nelas a gripe não causa sintomas, e infecta o
sistema digestivo ao invés do respiratório. Quando param em lagos para
comer durante a migração, defecam e a água fica forrada de influenza.
Num lago com água fria o vírus chega a durar 30 dias. Os mais perigosos,
que matam mais galinhas e pessoas quando transmitidos, são os H5 e H7. [1]


Microscopia eletrônica do vírus influenza


2 – Qual o perigo de um vírus diferente?

O motivo para não sermos imunes ao influenza A depois de uma gripe é
que o vírus muta muito [2]. Dois fenômenos são importantes, o drift, onde o
vírus acumula pequenas mutações nos genes H e N, suficientes para no
ano seguinte nosso sistema imune não reconhecer o vírus. Mais
importante (e mais frequente do que se imaginava) é o shift
. O shift
acontece quando dois influenza diferentes entram na mesma célula e ao
saírem misturam seus cromossomos, e dos oito pedaços que levam, alguns
são do vírus x e outros do y. Quando isso acontece, o vírus muda
abruptamente e nosso sistema imune fica completamente despreparado. É o
que faz com que vacinas falhem
. Na verdade, existe um atraso entre
coletar o vírus e produzir a vacina, de maneira que todo ano temos que
estudar o vírus e tentar prever qual vai ser a forma mais importante na
epidemia.

As maiores epidemias recentes de gripe ocorreram quando houve
rearranjo entre o vírus humano e o vírus aviário, como na gripe
asiática de 1957 (H2N2) e Hong Kong 1968 (H3N2). o vírus da gripe
espanhola, é H1N1 e aparentemente saltou direto dos patos para o ser
humano, sem rearranjo [3]Quem intermedia o rearranjo, contraindo o
vírus humano e aviário? Os porcos e galinhas.

Isso explica porque a maioria das pandemias de gripe começa na Ásia.
Imagine mercados populares lotados de gente, onde se vendem em barracas
patos, patos selvagens, galinhas, gansos e porcos. Soma a isso a
técnica de alimentação dos porcos, onde eles colocam a gaiola dos patos
e das galinhas em cima da dos porcos, e dão comida apenas para as aves.
Isso gera as condições ideais para o surgimento de vírus aviários
infectando humanos.

3 – E como é o vírus suíno?

O vírus mais comum em porcos é o tipo H1N1. São várias linhagens diferentes circulando na Europa, Ásia e nas Américas, e nenhuma delas é próxima da linhagemda Gripe Espanhola.

Este vírus que infectou pessoas no México e na Califórnia foi sequenciado por uma equipe canadense, e foi descrito pelo CDC aqui . Segundo o CDC, a Hemaglutinina e alguns outros genes são próximos dos vírus que normalmente circulam nos EUA, mas a Neuraminidase e outro gene são de linhagens européias e asiáticas, além de um gene parecido com o influenza humano , o qué é novo. Em local nenhum no site do CDC encontrei referências a algum gene ser próximo do H5N1, causador da Gripe Aviária, nem nada que diga que este vírus é próximo do da Gripe Espanhola.
[update] O vírus H1N1 é um rearranjo de duas cepas suínas , uma que circula nas Américas e outra que circula na Europa. Não há genes do vírus aviário ou de alguma cepa humana.

[update 2] O vírus H1N1 é um rearranjo de três cepas suínas, duas que circulam na América do Norte e outra que circula na Europa e Ásia. Os genes que vieram de humanos e aves são de duas das cepas, mas já circulam em porcos há pelo menos 20 anos.


4 – Por que a gripe suína é perigosa?

Os porcos e as aves domésticas são os “atravessadores” dos vírus que circulam em aves migratórias para os seres humanos. Por isso os vírus que eles nos transmitem são perigosos, por serem muito diferentes do que nosso sistema imune encontra normalmente. Além de poderem ser um ponto de rearranjo entre um vírus diferente e um vírus adaptado ao ser humano.

Aparentemente, o que impede o H5N1 (Gripe Aviária) de ser transmitido de humanos para humanos, é o receptor celular que o vírus usa. Até hoje, H5N1 só foi transmitido de aves para seres humanos (uma possível exceção é uma transmissão entre mãe e filha, mas o contato entre elas foi intenso) porque o vírus infecta melhor o sistema respiratório e digestivo das aves do que o humano.

O perigo é que, as células do sistema respiratório dos porcos são mais parecidas com as nossas, de forma que um vírus adaptado ao porco teoricamente pode ser transmitido entre humanos do que um vírus aviário. [4]

Outro fator preocupante é que o vírus da gripe suína atual tem infectado principalmente jovens. Normalmente, crianças e idosos sofrem de gripe. O padrão de vírus agressivo que ataca jovens, com o sistema imune bem saudável, lembra muito o da Gripe Espanhola de 1918.

5 – Como está a situação atual?

Nos Estados Unidos, até agora (25/04/2009) foram confirmados 11 casos , todos de gripe forte, mas nenhum fatal.

Já no México, são três eventos separados :
Um começa em 18 de março no Distrito Federal do México, a capital do apís, e até 23 de abril são mais de 850 casos de pneumonia, dos quais 59 morreram.

Em São Luis Potosi, região central, são 24 casos com 3 mortes.

Em Mexicali, próximo dos EUA, são 4 casos e nenhuma morte.

6 – Qual o risco de uma pandemia?

Este não é o primeiro surto de Gripe Suína. O surto mais importante
aconteceu em Fort DIx, um acampamento militar americano, em 1976, e
ensinou uma grande lição para as entidades de saúde. Na época,
esperava-se um grande surto de Influenza, e tudo indicava que o vírus da gripe suína que estava atacando os jovens militares poderia ser o responsável. A pressão de 500 pessoas doentes e uma morte fez com que decisões erradas fossem tomadas, e iniciou-se uma vacinação em massa nos EUA com consequências drásticas. Recomendo a leitura do livro A Próxima Peste, de Laurie Garret, que explica em detalhes esta ocasião.

O ponto é, a OMS (Organização Mundial de Saúde), órgão responsável entre outras coisas por monitorar surtos de gripe pelo mundo, não trabalha com SE teremos uma pandemia de gripe, trabalha com QUANDO teremosCom o tamanho de população que atingimos, e a facilidade de transporte que temos atualmente, é muito provável que uma linhagem perigosa de influenza cause um grande estrago. Seja essa pandemia causada pelo vírus da gripe aviária, suína ou qualquer outro.

Aqui uma parte nada animadora da lista de 10 itens sobre a Pandemia de Gripe da OMS:

Estamos à beira de um surto. Todos os
países serão afetados. Os suprimentos médicos serão inadequados. Vão
ocorrer muitas mortes. O rompimento econômico e social será enorme.

A OMS tem uma escala de alerta mundial que vai de 1 a 6
, 1 tudo tranquilo, não existe nenhuma doença perigosa, 6 fudeu tudo a coisa está complicada, a
pandemia está correndo solta. Estamos no estágio 3, existe uma doença
mas por enquanto não circula por contágio pessoa a pessoa
. Ainda não houve motivos suficientes para passarmos para o nível 4, onde há transmissão entre humanos frequente.

7 – Quais defesas nós temos contra o vírus?

Existem poucos remédios antivirais porque os vírus usam as células para
se reproduzir, possuem pouca coisa própria, ao contrário das bactérias.
No caso do influenza, existem os inibidores da neuraminidase, que
impedem o vírus de se liberar da célula, como a Amantadina e o Tamiflu. Mas, o vírus muta e desenvolve resistência facilmente a essas
drogas, e não se sabe qual a facilidade disso acontecer com o H1N1.

A linhagem atual  é resistente a Amantadina e Rimantadina, mas suscetível a Tamiflu e Zanamivir. Embora ocorram alguns casos de resistência, eles são esperados e até agora não estõa sendo transmitidos.

Outra defesa são as vacinas. Elas são a forma mais barata e rápida de
se proteger da gripe. O problema está na agilidade de desenvolver uma
vacina para o vírus certo e em tempo hábil para distribuir a população. E existe uma ordem de
prioridades na vacinação. Primeiro pessoas em situação chave, como
funcionários do governo, médicos, depois pessoas mais suscetíveis, como
idosos e crianças, e por último a população como um todo.

8 – De qualquer forma, há atitudes individuais que podem ajudar:

Lave bem as mãos, e frequentemente. Ao contrário do que se imagina, é mais fácil contrair o Influenza com um aperto de mão do que com um beijo no rosto. Se alguém resfriado espirra com a mão na frente da boca, e damos a mão a esta pessoa, podemos colocar a mão em contato com o olho e nariz, e contrair o vírus. Ou seja, lave bem as mãos, regularmente, e se estiver gripado, cubra o espirro com um lenço e jogue fora.

Evite aglomerações e locais fechados, principalmente com ar-condicionado. O Influenza dura mais tempo no ar em clima seco e frio, e um lugar fechado com ar-condicionado mistura várias pessoas em condições propícias para o vírus.

História

      O vírus da gripe suína clássica (uma gripe de tipo A do vírus H1N1) foi primeiramente isolado de um porco em 1930 O foco deste vírus foi detectado na primeira parte do México, incluindo a Cidade do México, em março de 2009. Do México, a gripe suína tenha entrado muitas partes do do mundo. A gripe é considerada uma doença respiratória da população de suínos e pode ser contatada de suínos para o homem e para a saúde humana. De 2005 a 2009, doze conhecidos infecções humanas de gripe suína foram relatados nos Estados Unidos. Uma nova estirpe da gripe suína teve tona em 2009 que nunca foi visto ou identificado. Esta nova estirpe criou temores na população civil e da saúde da comunidade do México, os Estados Unidos, bem como em todo o mundo.

      Países e organizações mundiais de saúde tem a preocupação de que esse vírus da gripe tem a capacidade de ser a próxima gripe epidemia que começou em 1918 chamou a gripe espanhola. Este particular aviária tinha matado 20 a 100 milhões de pessoas em todo o mundo.

Sintomas

      Nos adultos, os sintomas mais comuns da gripe suína são muito semelhantes à gripe comum. Eles incluem a falta de apetite, tosse, falta de energia e febre. Outros sintomas podem incluir náuseas, diarreia e vómitos, dor de garganta e, eventualmente, uma coriza nasal. Em crianças, alguns dos sintomas podem incluir gripe comum que os sintomas podem incluir irritabilidade, alteração na cor da pele, a falta de vontade de beber líquidos, problemas respiratórios, como respiração acelerada ou respirações curtas e dificuldade despertar durante cochilos.

      
Uma nova estirpe de vírus da gripe foi confirmada no hemisfério ocidental. O vírus da gripe denominada “gripe suína” (virus subtype A H1N1 ) foi detectado na primeira década de 1930 a partir de um porco. Esse especial vírus da gripe foi agora reportadas pela primeira vez no México em março de 2009 e se espalhou para outras partes do mundo, incluindo Estados Unidos, Canadá, América Latina, Ásia, Europa e Austrália. As informações sobre este perigoso vírus enumerados no http://www.swine virus.org abaixo deverá ser útil a compreensão da gripe suína, incluindo sua história, sintomas e tratamento.      A gripe suína, bem como outras epidemias gripe são consideradas perigosas para a saúde humana e podem causar a morte daqueles que nos contactaram este grave aviária. Precauções são necessárias e todas as nações e agências globais são instados a prevenir, tratar e conter o surto de gripe suína. Este website, Gripe Suina.com é apenas um dos muitos sites que devem ser lidas para manter informados sobre o vírus .. Outros recursos estão o tratamento estão listadas na página deste site.