floresta amazonica

A maioria dos 7 milhões de km2 da Floresta Amazônica é constituída por uma floresta de terra firme. Esta é uma floresta que nunca é alagada e se espalha sobre uma grande planície de até 130-200 metros de altitude, até os sopés das montanhas. A grande planície corresponde aos sedimentos deixados pelo lago “Belterra”, que ocupou a maior parte da bacia Amazônica durante o Mioceno e o Plioceno, entre 25 mil e 1,8 milhão de anos atrás. O silte e as argilas depositados neste antigo lago foram submetidos a um suave movimento de elevação epirogenético, enquanto os Andes se ergueram e os modernos rios começaram a cavar os seus leitos. Assim surgiram os três tipos de florestas amazônicas: as florestas montanhosas Andinas, as florestas de terra firme e as florestas fluviais alagadas, as duas últimas na Amazônia brasileira.

As flutuações climáticas do Pleistoceno se manifestaram numa sucessão repetida de climas frio-seco – quente-úmido – quente-seco. A última fase fria-seca data de 18 mil a 12 mil anos atrás, quando o clima da Amazônia era semi-árido, com temperatura média rebaixada por até 5ºC. Em seguida, houve o retorno do clima quente-úmido, que chega ao máximo em torno de 7 mil anos atrás. Desde então, e com várias oscilações de menor porte, vivemos um clima relativamente quente-seco.

Muito importante foi o fato de que durante as fases semi-áridas, a grande floresta de terra firme se encontrava dividida e fragmentada por formações vegetais abertas, do tipo cerradoscaatingas e campinaranas, todas melhor adaptadas ao clima seco. A floresta sobrevivia em “refúgios”, situados nas áreas de solos mais altos e com melhor abastecimento hídrico. Ao voltar o clima mais úmido, a floresta expandiu-se novamente, em detrimento da vegetação dos cerrados. Hoje em dia, o cerrado sobrevive em seus próprios “refúgios”, dentro da imensidade das matas de terra firme. Este processo flutuante vai se repetir sem dúvida, a não ser que o homem interfira na situação.

A floresta de terra firme tem inúmeras adaptações à pobreza em nutrientes dos seus solos argilosos e podzólicos. As árvores que a compõem são capazes de se abastecer com nitratos através de bactérias fixadoras de nitrogênio, que estão ligadas às suas raízes. Além disso, uma grande variedade de fungos também simbiontes das raízes, chamados micorrizas, reciclam rapidamente o material orgânico antes deste ser lixiviado. A serrapilheira (formada por folhas e outros detritos vegetais que caem ao solo) é reciclada rapidamente pela fauna rica de insetos, especialmente besouros, formigas e cupins. Os insetos constituem a maioria da biomassa animal na floresta de terra firme.

Esta floresta, especialmente rica em aráceas epífitas, é, comparada àMata Atlântica, relativamente pobre em bromélias e orquídeas. Entre estas plantas epífitas estão as mirmecófitas, plantas que vivem em estreita simbiose com as formigas. No sub-bosque da floresta destacam-se especialmente as palmeiras e os cipós. As grandes samambaias são raras.

A macrofauna do chão da floresta é relativamente pobre. Os vários sapos e pererecas ali encontrados apresentam diversas adaptações para garantir a água necessária para o desenvolvimento dos girinos. Alguns grandes mamíferos, tais como as antas, o cateto e a queixada, assim como os mutuns e os inhambus, entre as aves do chão, merecem destaque. Perto do chão da floresta encontram-se também muitas aves “papa-formigas”, que tiram proveito das enormes migrações de formigas de correição.

A grande diversidade animal encontra-se nas copas das árvores entre 30 e 50 metros de altura, um ambiente de difícil acesso para o pesquisador. Ali é rica a fauna de aves, como papagaios, tucanos e pica-paus. Especialmente vistosos são o pavãozinho do Pará e a cigana. Entre os mamíferos das copas predominam os marsupiais, os morcegos, os roedores e os macacos. Os primatas possuem nichos bem diferenciados. O bugio é diurno e se alimenta de preferência com folhas. O macaco da noite Aotus é o único macaco ativo durante a noite. Os sauins, insetívoros vorazes, possuem várias espécies e subespécies que se diferenciam pelo colorido e forma das faces. Ao lado dos polinizadores clássicos – abelhas, borboletas e aves – os macacos da Floresta Amazônica têm também um papel de destaque como polinizadores. As aves, os morcegos e os macacos frugívoros da mata de terra firme têm um importante papel de disseminar os frutos e sementes das árvores.

As espécies e subespécies de macacos, preguiças, esquilos e outras são freqüentemente separadas pelos grandes rios tributários do rio Amazonas. As unidades biogeográficas formadas pelas bacias destes rios explicam em parte a grande bioversidade da biota amazônica. Além disso, podemos sobressaltar áreas de floresta que serviram de refúgio às várias populações diferenciadas durante os períodos de clima árido do passado, acima mencionados, quando grandes áreas de cerrado fragmentavam a Floresta Amazônica. Hoje em dia, o desmatamento descontrolado está fragmentando a floresta de terra firme. Sem os cuidados necessários, províncias faunísticas inteiras e antigos centros de especiação correm o risco de serem obliterados para sempre.

As florestas alagadas estão ao alcance das enchentes anuais do rio Amazonas e de seus tributários mais próximos. As flutuações do nível da água podem chegar a 10 metros ou mais. De março a setembro, grandes trechos de floresta ribeirinha são alagados. As plantas e os animais da floresta alagada amazônica vivem em função das suas diversas adaptações especiais para sobreviver durante as enchentes.

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As águas amazônicas possuem características diferentes, resultantes da geologia das suas bacias fluviais. Os rios chamados de rios de água branca ou turva, como o Solimões ou o Madeira, percorrem terras ricas em minerais e suspensões orgânicas. Os rios chamados de água preta, como o Negro, oriundos de terras arenosas pobres em minerais, são transparentes e coloridos em marrom pelas substâncias húmicas. Existem também rios de águas claras, como o Tapajós, que nascem nas áreas dos antigos escudos continentais, também pobres em minerais e nutrientes.

As matas banhadas pelas águas brancas costumam ser chamadas de florestas de várzea e as banhadas pelas águas pretas e claras, de florestas de igapós. A vegetação da várzea é muito mais rica do que a vegetação dos igapós, por causa da fertilidade das águas brancas e dos solos aluvionais por elas trazidos. O mesmo se constata com a fauna dos dois tipos de florestas, especialmente com a biota aquática. Os rios de água branca são ricos em peixes, enquanto os rios de água preta são “rios da fome”. As áreas onde os dois tipos de águas se misturam, como a área perto de Manaus, são consideradas especialmente ricas.

As árvores das matas alagadas têm várias adaptações morfológicas e fisiológicas para viverem parcialmente submersas, como raízes respiratórias e sapopembas. As árvores são pobres em plantas epífitas e o sub-bosque praticamente inexiste. Em seu lugar existe uma rica flora herbácea, como o capim-mori, a canarana e o arroz selvagem. Na estação das enchentes, o capim se destaca e forma verdadeiras ilhas flutuantes. Outras plantas flutuantes, tais como a vitória-régia e o aguapé, também acompanham o nível das águas.

Os mamíferos das matas alagadas – antas, capivaras e outros – são todos bons nadadores. Até as preguiças são capazes de nadar. A fauna de macacos e de outros mamíferos arborícolas em geral é pobre, comparada com a fauna da terra firme. Nos rios de várzea encontram-se, porém, várias espécies de mamíferos aquáticos, como os botos, o peixe boi, a ariranha e as lontras. A fauna de primatas é muito reduzida. O vegetariano peixe boi e os botos predadores são, entretanto, muito raros nas águas pretas e claras dos igapós, pobres em vegetação aquática e pouco piscosas.

Na avifauna relativamente pobre das florestas de igapós predominam as aves aquáticas, tais como as garças, biguás, jaçanãs, mucurungos e patos.

As águas das florestas alagadas são ricas em répteis aquáticos. As tartarugas são importantes herbívoros da vegetação aquática e são muito caçadas. A tartaruga verdadeira (Podocnemis expansa) está em perigo de extinção; a cabeçuda (P. dumeriliana) e a tracajá (P.unifilis) são também muito apreciadas pelos caçadores. Os cágados Phrynopssão encontrados com mais freqüência nas corredeiras. Entre os jacarés, o jacaretinga (Palaeosuchus trigonatus), gênero com uma única espécie endêmica na Amazônia, está ameaçado de extinção. O jacaré-açu (Melanosuchus niger) é o jacaré comum na área. Vários autores atribuem aos jacarés predadores um importante papel de “reguladores” na várzea. A grande jibóia amazônica merece também ser mencionada.

Na Amazônia vivem em torno de 10 mil espécies de peixes. Aqui, mencionamos apenas algumas espécies ligadas à floresta de inundação. São estas os peixes frugívoros que evoluíram em estreita co-evolução com as árvores e arbustos amazônicos: as frutas caem na água, são engolidas pelos peixes e as sementes resistentes às enzimas gástricas são transportadas para longe. Vários peixes, especialmente os da grande ordem dos Characinoidea, apresentam dentições especializadas para certos tipos de frutas. O tambaqui (Collosoma macropomum) é um comedor especialista das frutas daHevea spruceana. Pacus, dos gêneros Mylossoma, Myleus e Broco, são também comedores importantes de frutas de palmeiras, embaúbas e outras árvores. A piranheira é uma planta preferida por algumas espécies de piranhas. A dispersão das plantas pelos peixes da várzea e dos igapós tem uma importância comparável à da dispersão clássica de sementes pelas aves e mamíferos nas florestas de terra firme. O tambaqui e os pacus, bem como o pirarucu (Arapaima gigas), são os peixes de maior importância comercial na Amazônia. Nada ilustra melhor o papel ecológico importante da frugivoria dos peixes. O tambaqui é muito procurado por pescadores turísticos.

Os peixes frugívoros constituem somente um dos tipos de peixes na várzea, mas o papel deles é particularmente importante nas águas pretas e claras. Devido à pobreza excessiva dessas águas em fito e zooplâncton, são as árvores que fornecem a maioria dos alimentos. Mesmo assim, os peixes do rio Negro são de tamanhos menores do que os seus coespecíficos no rio Solimões. Os cardumes também são menores.

A fauna de insetos é principalmente ligada à vegetação flutuante. As poucas espécies de cupins e de formigas acompanham a subida e a descida das águas ao longo dos troncos das árvores. Vários tipos de insetos vivem sobre a vegetação flutuante, enquanto nas águas criam-se enormes populações de mosquitos e outros dipterros irritantes. Os rios de água preta são isentos deste flagelo.

As matas alagadas contêm várias espécies de árvores de utilidade econômica, além de madeiras de lei. A seringueira, a sorva, a andiouba, a macaranduba, o buriti e o tiucum produzem borracha, alimentos, óleos, resinas e fibras de importância econômica. As várzeas são especialmente ricas e produtivas. Ali se encontravam as grandes concentrações indígenas e atualmente são desenvolvidos grandes projetos agro-pecuários e industriais.

Específicas dos igapós de solos arenosos e de água preta são a piranheira (Piranhea trifoliata), a oeirana (Alchornea castaniifolia), várias espécies de Inga e de Eugenia, as palmeiras Copaifera martii(copaíba) e a Leopoldinia. Algumas árvores têm grande resistência às enchentes prolongadas, tais como a Myrciaria dubia, a Eugenia inundata (araçá de igapó) e, finalmente, a Salix humboldtiana, que sobrevivem a vários anos de submersão permanente.

Muitas espécies da várzea estão ameaçadas de extinção devido ao rápido desenvolvimento das áreas urbanas, da construção de represas, da poluição com o mercúrio dos garimpos etc. A caça e a pesca desregulada na várzea já colocaram em risco a existência de vários vertebrados aquáticos de grande porte. A lista das espécies em extinção é encabeçada pelos botos, peixe boi, ariranha, tartaruga verdadeira, jacaretinga e outros. Entre os peixes ameaçados destacamos o pirarucu, o maior peixe de água doce do mundo.

A alta produtividade da várzea possibilitou uma povoação indígenadensa à época da descoberta. As margens do grande rio abrigaram muitas aldeias com milhares de habitantes. A densidade populacional alcançava 14,6 pessoas por quilômetro quadrado. Os ribeirinhos cultivavam milho e mandioca no rico solo aluvional, coletavam arroz selvagem e usufruíam de pesca rica. Estes índios tinham uma organização de classes sociais e utilizavam trabalho de escravos.

Os rios de água preta, pelo contrário, considerados “rios de fome”, foram historicamente pouco habitados. Porém, pela falta de dípteros molestadores, como mosquitos, borrachudos e mutucas, os novos colonizadores preferiam morar nas margens dos rios de água preta. Por um curto período, a capital da região foi para Barcelos, no médio rio Negro, mas mudou rapidamente para Manaus, perto da várzea rica em peixes. Ainda é preciso considerar que os solos férteis na Amazônia são os solos de várzea, justamente onde os grandes centros urbanos tendem a se localizar, junto com as suas bases de abastecimento.

Uma estação ecológica está situada por inteiro no ambiente dos igapós: é a Estação Ecológica Federal do arquipélago de Anavilhanas, no baixo rio Negro. Nas enchentes, o arquipélago de centenas de ilhas é praticamente submerso. O laboratório de pesquisa da Estação fica em casas flutuantes que acompanham também o nível das águas. Uma outra estação, Mamirauá, está situada na várzea, perto de Tefé. O grande centro de pesquisas da Amazônia (INPA), em Manaus, e o Museu Goeldi, em Belém, mantêm várias reservas e áreas de pesquisa nas matas de terra firme. Em Santarém encontra-se um grande centro de pesquisas piscívoras.


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floresta amazonica

A maioria dos 7 milhões de km2 da Floresta Amazônica é constituída por uma floresta de terra firme. Esta é uma floresta que nunca é alagada e se espalha sobre uma grande planície de até 130-200 metros de altitude, até os sopés das montanhas. A grande planície corresponde aos sedimentos deixados pelo lago “Belterra”, que ocupou a maior parte da bacia Amazônica durante o Mioceno e o Plioceno, entre 25 mil e 1,8 milhão de anos atrás. O silte e as argilas depositados neste antigo lago foram submetidos a um suave movimento de elevação epirogenético, enquanto os Andes se ergueram e os modernos rios começaram a cavar os seus leitos. Assim surgiram os três tipos de florestas amazônicas: as florestas montanhosas Andinas, as florestas de terra firme e as florestas fluviais alagadas, as duas últimas na Amazônia brasileira.

As flutuações climáticas do Pleistoceno se manifestaram numa sucessão repetida de climas frio-seco – quente-úmido – quente-seco. A última fase fria-seca data de 18 mil a 12 mil anos atrás, quando o clima da Amazônia era semi-árido, com temperatura média rebaixada por até 5ºC. Em seguida, houve o retorno do clima quente-úmido, que chega ao máximo em torno de 7 mil anos atrás. Desde então, e com várias oscilações de menor porte, vivemos um clima relativamente quente-seco.

Muito importante foi o fato de que durante as fases semi-áridas, a grande floresta de terra firme se encontrava dividida e fragmentada por formações vegetais abertas, do tipo cerradoscaatingas e campinaranas, todas melhor adaptadas ao clima seco. A floresta sobrevivia em “refúgios”, situados nas áreas de solos mais altos e com melhor abastecimento hídrico. Ao voltar o clima mais úmido, a floresta expandiu-se novamente, em detrimento da vegetação dos cerrados. Hoje em dia, o cerrado sobrevive em seus próprios “refúgios”, dentro da imensidade das matas de terra firme. Este processo flutuante vai se repetir sem dúvida, a não ser que o homem interfira na situação.

A floresta de terra firme tem inúmeras adaptações à pobreza em nutrientes dos seus solos argilosos e podzólicos. As árvores que a compõem são capazes de se abastecer com nitratos através de bactérias fixadoras de nitrogênio, que estão ligadas às suas raízes. Além disso, uma grande variedade de fungos também simbiontes das raízes, chamados micorrizas, reciclam rapidamente o material orgânico antes deste ser lixiviado. A serrapilheira (formada por folhas e outros detritos vegetais que caem ao solo) é reciclada rapidamente pela fauna rica de insetos, especialmente besouros, formigas e cupins. Os insetos constituem a maioria da biomassa animal na floresta de terra firme.

Esta floresta, especialmente rica em aráceas epífitas, é, comparada àMata Atlântica, relativamente pobre em bromélias e orquídeas. Entre estas plantas epífitas estão as mirmecófitas, plantas que vivem em estreita simbiose com as formigas. No sub-bosque da floresta destacam-se especialmente as palmeiras e os cipós. As grandes samambaias são raras.

A macrofauna do chão da floresta é relativamente pobre. Os vários sapos e pererecas ali encontrados apresentam diversas adaptações para garantir a água necessária para o desenvolvimento dos girinos. Alguns grandes mamíferos, tais como as antas, o cateto e a queixada, assim como os mutuns e os inhambus, entre as aves do chão, merecem destaque. Perto do chão da floresta encontram-se também muitas aves “papa-formigas”, que tiram proveito das enormes migrações de formigas de correição.

A grande diversidade animal encontra-se nas copas das árvores entre 30 e 50 metros de altura, um ambiente de difícil acesso para o pesquisador. Ali é rica a fauna de aves, como papagaios, tucanos e pica-paus. Especialmente vistosos são o pavãozinho do Pará e a cigana. Entre os mamíferos das copas predominam os marsupiais, os morcegos, os roedores e os macacos. Os primatas possuem nichos bem diferenciados. O bugio é diurno e se alimenta de preferência com folhas. O macaco da noite Aotus é o único macaco ativo durante a noite. Os sauins, insetívoros vorazes, possuem várias espécies e subespécies que se diferenciam pelo colorido e forma das faces. Ao lado dos polinizadores clássicos – abelhas, borboletas e aves – os macacos da Floresta Amazônica têm também um papel de destaque como polinizadores. As aves, os morcegos e os macacos frugívoros da mata de terra firme têm um importante papel de disseminar os frutos e sementes das árvores.

As espécies e subespécies de macacos, preguiças, esquilos e outras são freqüentemente separadas pelos grandes rios tributários do rio Amazonas. As unidades biogeográficas formadas pelas bacias destes rios explicam em parte a grande bioversidade da biota amazônica. Além disso, podemos sobressaltar áreas de floresta que serviram de refúgio às várias populações diferenciadas durante os períodos de clima árido do passado, acima mencionados, quando grandes áreas de cerrado fragmentavam a Floresta Amazônica. Hoje em dia, o desmatamento descontrolado está fragmentando a floresta de terra firme. Sem os cuidados necessários, províncias faunísticas inteiras e antigos centros de especiação correm o risco de serem obliterados para sempre.

As florestas alagadas estão ao alcance das enchentes anuais do rio Amazonas e de seus tributários mais próximos. As flutuações do nível da água podem chegar a 10 metros ou mais. De março a setembro, grandes trechos de floresta ribeirinha são alagados. As plantas e os animais da floresta alagada amazônica vivem em função das suas diversas adaptações especiais para sobreviver durante as enchentes.

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As águas amazônicas possuem características diferentes, resultantes da geologia das suas bacias fluviais. Os rios chamados de rios de água branca ou turva, como o Solimões ou o Madeira, percorrem terras ricas em minerais e suspensões orgânicas. Os rios chamados de água preta, como o Negro, oriundos de terras arenosas pobres em minerais, são transparentes e coloridos em marrom pelas substâncias húmicas. Existem também rios de águas claras, como o Tapajós, que nascem nas áreas dos antigos escudos continentais, também pobres em minerais e nutrientes.

As matas banhadas pelas águas brancas costumam ser chamadas de florestas de várzea e as banhadas pelas águas pretas e claras, de florestas de igapós. A vegetação da várzea é muito mais rica do que a vegetação dos igapós, por causa da fertilidade das águas brancas e dos solos aluvionais por elas trazidos. O mesmo se constata com a fauna dos dois tipos de florestas, especialmente com a biota aquática. Os rios de água branca são ricos em peixes, enquanto os rios de água preta são “rios da fome”. As áreas onde os dois tipos de águas se misturam, como a área perto de Manaus, são consideradas especialmente ricas.

As árvores das matas alagadas têm várias adaptações morfológicas e fisiológicas para viverem parcialmente submersas, como raízes respiratórias e sapopembas. As árvores são pobres em plantas epífitas e o sub-bosque praticamente inexiste. Em seu lugar existe uma rica flora herbácea, como o capim-mori, a canarana e o arroz selvagem. Na estação das enchentes, o capim se destaca e forma verdadeiras ilhas flutuantes. Outras plantas flutuantes, tais como a vitória-régia e o aguapé, também acompanham o nível das águas.

Os mamíferos das matas alagadas – antas, capivaras e outros – são todos bons nadadores. Até as preguiças são capazes de nadar. A fauna de macacos e de outros mamíferos arborícolas em geral é pobre, comparada com a fauna da terra firme. Nos rios de várzea encontram-se, porém, várias espécies de mamíferos aquáticos, como os botos, o peixe boi, a ariranha e as lontras. A fauna de primatas é muito reduzida. O vegetariano peixe boi e os botos predadores são, entretanto, muito raros nas águas pretas e claras dos igapós, pobres em vegetação aquática e pouco piscosas.

Na avifauna relativamente pobre das florestas de igapós predominam as aves aquáticas, tais como as garças, biguás, jaçanãs, mucurungos e patos.

As águas das florestas alagadas são ricas em répteis aquáticos. As tartarugas são importantes herbívoros da vegetação aquática e são muito caçadas. A tartaruga verdadeira (Podocnemis expansa) está em perigo de extinção; a cabeçuda (P. dumeriliana) e a tracajá (P.unifilis) são também muito apreciadas pelos caçadores. Os cágados Phrynopssão encontrados com mais freqüência nas corredeiras. Entre os jacarés, o jacaretinga (Palaeosuchus trigonatus), gênero com uma única espécie endêmica na Amazônia, está ameaçado de extinção. O jacaré-açu (Melanosuchus niger) é o jacaré comum na área. Vários autores atribuem aos jacarés predadores um importante papel de “reguladores” na várzea. A grande jibóia amazônica merece também ser mencionada.

Na Amazônia vivem em torno de 10 mil espécies de peixes. Aqui, mencionamos apenas algumas espécies ligadas à floresta de inundação. São estas os peixes frugívoros que evoluíram em estreita co-evolução com as árvores e arbustos amazônicos: as frutas caem na água, são engolidas pelos peixes e as sementes resistentes às enzimas gástricas são transportadas para longe. Vários peixes, especialmente os da grande ordem dos Characinoidea, apresentam dentições especializadas para certos tipos de frutas. O tambaqui (Collosoma macropomum) é um comedor especialista das frutas daHevea spruceana. Pacus, dos gêneros Mylossoma, Myleus e Broco, são também comedores importantes de frutas de palmeiras, embaúbas e outras árvores. A piranheira é uma planta preferida por algumas espécies de piranhas. A dispersão das plantas pelos peixes da várzea e dos igapós tem uma importância comparável à da dispersão clássica de sementes pelas aves e mamíferos nas florestas de terra firme. O tambaqui e os pacus, bem como o pirarucu (Arapaima gigas), são os peixes de maior importância comercial na Amazônia. Nada ilustra melhor o papel ecológico importante da frugivoria dos peixes. O tambaqui é muito procurado por pescadores turísticos.

Os peixes frugívoros constituem somente um dos tipos de peixes na várzea, mas o papel deles é particularmente importante nas águas pretas e claras. Devido à pobreza excessiva dessas águas em fito e zooplâncton, são as árvores que fornecem a maioria dos alimentos. Mesmo assim, os peixes do rio Negro são de tamanhos menores do que os seus coespecíficos no rio Solimões. Os cardumes também são menores.

A fauna de insetos é principalmente ligada à vegetação flutuante. As poucas espécies de cupins e de formigas acompanham a subida e a descida das águas ao longo dos troncos das árvores. Vários tipos de insetos vivem sobre a vegetação flutuante, enquanto nas águas criam-se enormes populações de mosquitos e outros dipterros irritantes. Os rios de água preta são isentos deste flagelo.

As matas alagadas contêm várias espécies de árvores de utilidade econômica, além de madeiras de lei. A seringueira, a sorva, a andiouba, a macaranduba, o buriti e o tiucum produzem borracha, alimentos, óleos, resinas e fibras de importância econômica. As várzeas são especialmente ricas e produtivas. Ali se encontravam as grandes concentrações indígenas e atualmente são desenvolvidos grandes projetos agro-pecuários e industriais.

Específicas dos igapós de solos arenosos e de água preta são a piranheira (Piranhea trifoliata), a oeirana (Alchornea castaniifolia), várias espécies de Inga e de Eugenia, as palmeiras Copaifera martii(copaíba) e a Leopoldinia. Algumas árvores têm grande resistência às enchentes prolongadas, tais como a Myrciaria dubia, a Eugenia inundata (araçá de igapó) e, finalmente, a Salix humboldtiana, que sobrevivem a vários anos de submersão permanente.

Muitas espécies da várzea estão ameaçadas de extinção devido ao rápido desenvolvimento das áreas urbanas, da construção de represas, da poluição com o mercúrio dos garimpos etc. A caça e a pesca desregulada na várzea já colocaram em risco a existência de vários vertebrados aquáticos de grande porte. A lista das espécies em extinção é encabeçada pelos botos, peixe boi, ariranha, tartaruga verdadeira, jacaretinga e outros. Entre os peixes ameaçados destacamos o pirarucu, o maior peixe de água doce do mundo.

A alta produtividade da várzea possibilitou uma povoação indígenadensa à época da descoberta. As margens do grande rio abrigaram muitas aldeias com milhares de habitantes. A densidade populacional alcançava 14,6 pessoas por quilômetro quadrado. Os ribeirinhos cultivavam milho e mandioca no rico solo aluvional, coletavam arroz selvagem e usufruíam de pesca rica. Estes índios tinham uma organização de classes sociais e utilizavam trabalho de escravos.

Os rios de água preta, pelo contrário, considerados “rios de fome”, foram historicamente pouco habitados. Porém, pela falta de dípteros molestadores, como mosquitos, borrachudos e mutucas, os novos colonizadores preferiam morar nas margens dos rios de água preta. Por um curto período, a capital da região foi para Barcelos, no médio rio Negro, mas mudou rapidamente para Manaus, perto da várzea rica em peixes. Ainda é preciso considerar que os solos férteis na Amazônia são os solos de várzea, justamente onde os grandes centros urbanos tendem a se localizar, junto com as suas bases de abastecimento.

Uma estação ecológica está situada por inteiro no ambiente dos igapós: é a Estação Ecológica Federal do arquipélago de Anavilhanas, no baixo rio Negro. Nas enchentes, o arquipélago de centenas de ilhas é praticamente submerso. O laboratório de pesquisa da Estação fica em casas flutuantes que acompanham também o nível das águas. Uma outra estação, Mamirauá, está situada na várzea, perto de Tefé. O grande centro de pesquisas da Amazônia (INPA), em Manaus, e o Museu Goeldi, em Belém, mantêm várias reservas e áreas de pesquisa nas matas de terra firme. Em Santarém encontra-se um grande centro de pesquisas piscívoras.

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Realmente um jogo sensacional com um grau de realismo muito grande. Jogue com um personagem recém saído da prisão e se divirta muito com loucuras e conquiste o seu território além de ter vários imóveis em seu controle e benefício.

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ALOVELYDAY – Bom tempo
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CATSANDDOGS – Tempo chuvoso
CANTSEEATHING – Tempestade
PANZER – Obter um tanque
LIFEISPASSINGMEBY – Aumento do relógio de jogo
BIGBANG – Explode todos os veículos em redor
STILLLIKEDRESSINGUP – Mudar de roupa
FIGHTFIGHTFIGHT – Os peões começam a lutar
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ONSPEED – Mais rápido
BOOOOOORING – Mais lento
COMEFLYWITHME – Carros voadores
GRIPISEVERYTHING – Carros de direcção muito sensível
CHICKSWITHGUNS – Miúdas de biquini com Armas
ICANTTAKEITANYMORE – Jogador comete suicídio
GREENLIGHT – Todos os semáforos verdes
MIAMITRAFFIC – Tráfego fica louco
AHAIRDRESSERSCAR – Todos os carros cor-de-rosa
IWANTITPAINTEDBLACK – Todos os carro pretos
THELASTRIDE – Obter um carro funerário
ROCKANDROLLCAR – Obter a limusine dos “Love Fist”
RUBBISHCAR – Obter um camião do lixo
GETTHEREFAST – Obter um Sabre turbo
BETTERTHANWALKING – Obter um caddy de golfe
LOOKLIKELANCE – Skin do Lance Vance
MYSONISALAWYER – Skin de juiz (não testado)
ILOOKLIKEHILARY – Skin da Hilary (não testado)
SEAWAYS – carros anfíbios
HOPINGIRL – As raparigas entram para o carro do jogador
GETTHEREQUICKLY – Carro de corridas 1
GETTHEREVERYFASTINDEED – carro de corridas 2
GETTHEREAMAZINGLYFAST – carro de corridas 3 (o + rápido)
FANNYMAGNET – Íman de mulheres
CHEATSHAVEBEENCRACKED – Jogador fica careca
CERTAINDEATH – Jogador aparece a fumar
DEEPFRIEDMARSBARS – Jogador engorda

 


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ROCKANDROLLCAR – Obter a limusine dos “Love Fist”
RUBBISHCAR – Obter um camião do lixo
GETTHEREFAST – Obter um Sabre turbo
BETTERTHANWALKING – Obter um caddy de golfe
LOOKLIKELANCE – Skin do Lance Vance
MYSONISALAWYER – Skin de juiz (não testado)
ILOOKLIKEHILARY – Skin da Hilary (não testado)
SEAWAYS – carros anfíbios
HOPINGIRL – As raparigas entram para o carro do jogador
GETTHEREQUICKLY – Carro de corridas 1
GETTHEREVERYFASTINDEED – carro de corridas 2
GETTHEREAMAZINGLYFAST – carro de corridas 3 (o + rápido)
FANNYMAGNET – Íman de mulheres
CHEATSHAVEBEENCRACKED – Jogador fica careca
CERTAINDEATH – Jogador aparece a fumar
DEEPFRIEDMARSBARS – Jogador engorda

 

tomb raider- the last revelatio

 

TOMB RAIDER – THE LAST REVELATION

TOMB RAIDER – THE LAST REVELATION

Este novo jogo da série, que promete ser o último, traz novamente a maravilhosa Lara Croft. O Enredo é simples: é baseado em  uma lenda da mitologia egípcia, em que Hórus, o filho da luz, venceu o maligno deus Seth, que foi aprisionado em um túmulo secreto.

Já se passaram cinco mil anos desde o confronto entre Seth e Hórus…Agora a jovem Lara Croft encontrou o túmulo de Seth e inadvertidamente liberou o deus sinistro. A profecia sobre o retorno do mal está se concretizando e a humanidade logo estará mergulhada nas trevas. Resta pouco tempo. Lara precisa usar toda a sua inteligência e habilidade para deter essa entidade maléfica e salvar o mundo do Armagedom.

 

Características do jogo
bullet Pode jogar com a Lara ainda criança. Descubra os segredos de sua infância!
bullet Gráficos incríveis: Os personagens humanos e os cenários estão bem mais realistas
bullet Novo sistema de inventário: Combine ítens para construir ferramentas, aperfeiçoar armas e desvendas enigmas.
bullet Ambientes interativos: Atire em interruptores, decifre inscrições antigas, explore passagens secretas e esteja preparado para muitas surpresas.
bullet Movimentos inovadores: Agora também é possível subir em cordas e se balançar no ar.
bullet Inteligência artificial espetacular: Os inimigos estão mais espertos do que nunca e não lhe darão tregua. Portanto, todo cuidado é pouco na hora de enfrentar múmias, escaravelhos e cães furiosos. tomb4-logo2.gif
Requisitos de sistemas
Sem aceleração por hardware:

Pentium II 266 MHz ou equivalenteCom aceleração por hardware:Pentium II 233 MHz ou equivalente

Demais requisitos
Windows 95 ou 98
16 MB de RAM (32 MB recomendados)
10 MB de espaço livre no disco rígido
Unidade de CD-ROM de velocidade 4X (8X recomendada)
Placa de vídeo de 4 MB
Placa de som 100% compatível com o DirectX 6.1
Teclado e mouse
DirectX 6.1 ou superior (incluso no CD do jogo)
Suporta a maioria das placas de aceleração 3D, placas de som e joysticks compatíveis com o DirectX 6.1

 

Dicas de jogo
Dicas de Trapaça
Solução do jogo
Angkor Watt
O começo de tudo: Lara Croft com 16 anos, viaja com o arqueólogo Von Croy por patrocínio de Lord Henshingly Croft (ele assinou um cheque em troca da filha participando da expedição). É aí onde eles começam juntos. Von Croy lhe passa uns ensinamentos e Lara (no caso, você) tem que acatar. Encontre as oito cabeças de caveira que correspondem aos primeiros SEGREDOS do game; encontre pela primeira vez sua bolsa de mantimentos.
– Race for the Iris
Agora que Lara tem alguns conhecimentos, Von Croy a desafia para uma “coriida ao tesouro”. Não é obrigatório chegar primeiro que ele, mas caso consiga, haverá algumas mudanças na tela de diálogos entre os dois.
– The Tomb of Seth
Aqui o bicho pega!! Você já comanda Lara Croft em seus aninhos atuais, e no começo deve seguir uma espécie de “guia” no interior de uma caverna. Você achará os SEGREDOS na seguinte ordem: na sala onde a areia enche o ambiente (para pega-lo não acione a areia); antes de entar na tumba (antes do guia entrar na tumba, à direita); subindo pela esfinge pelo lado esquerdo; depois explore um switch para abrir uma porta que antes não se abria. Na parte das figuras iluminadas, o objetivo é ascender as tochas e todas as figuras, para conseguir um item para poder de fase.
– Burial Chambers
Na rampa pule para pendurar-se e descobrir um SEGREDO; acione o switch; desça a rampa e na sala dos espetos pule para o lado esquerdo e pegue o SEGREDO; obtenha o item THE HANDS OF ORION.
– City Of The Dead
Comece o nível e saia da moto; mate o guarda e suba a plataforma e pegue o revólver. Siga com cuidado até achar uma entrada de frente a um portão. Corra para não levar muitos tiros da máquina e chute a porta; dentro desta sala, você encontrará um cadáver; arraste-o para um lugar seguro e retorne a motocicleta. Contorne e encontre uma entrada na qual será preciso entrar agachado. Acione a alavanca dentro desta área e retorne para sala onde você teria encontrado o cadáver; explore a área e ative a alavanca (uma grade abrirá). Volte para o início da fase, e pule uma rampa que dá acesso a uma plataforma com alguns cavaletes. Entre no nível e escorregue para entrar na área. Suba numa plataforma próxima a um cadáver (com um sight – mira infra vermelha) e atire no balão. Umas vespas e um espírito de gelo irão incomodá-lo. Corra até a parte com água e mergulhe. O espírito irá lhe seguir e congelará a água, facilitando sua passagem. Volte ao local, e ative a alavanca. Retorne para parte onde deixou sua moto. Próximo ao local tem uma fenda onde Lara pode dependurar-se e seguir pela direita, e depois subir. Marque distância, olhe a alavanca na parede (na qual você deve correr e pular para agarrar e acionar) e use a alavanca para abrir o portão. Siga com a moto alguns trechos e ative os switchs durante o caminho. Vá subindo com a moto e depois atire no helicóptero lá no topo do prédio. Pule para lá e ative a alavanca. Retorne para moto e siga em direção a sala onde você encontrou o cadáver sobre a grade. Agora será possível passar pela grade principal, saindo da cidade.
– Chambers Of Tulun
Entre no nível, saia da moto e veja uma espécie de castelo. Passe adiante a atraia a atenção do minotauro (não atire nele, será envão) e faça com que ele fique girando pôr dentro do castelo. Suba as plataformas e siga até o topo; acione a alavanca, prendendo o monstro lá dentro. Volte com rapidez (pela corda) e deslize na plataforma e suba na moto e corra pela esquerda e pule na rampa; saia da moto e siga para área onde veio o minotauro. Ative a alavanca giratória e corra rapidamente para direita. Suba escada e conclua o nível.
– Citadel Gate
Você encontrará um soldado ferido e eles conversarão. Em seguida, siga a direita e ignore o monstro, passando adiante. Encontre uma área com duas tumbas e uma série de switches para ativar. Use nesta ordem: 1, 2, 3 pôr diante. Use o crowbar para descobrir outra plataforma. Dica: atire como a mira infra vermelha no obstáculo de madeira para facilitar nos códigos dos switches. Ativando todos, use a corda para atravessar para plataforma seguinte e siga por cima. Contorne e encontre uma área com um automóvel em chamas. Lá você pegua a Nitrous Oxide Cannister. Agora faça todo o caminho de volta para o Chambers Of Tulun.
– Chambers of Tulun
Desça a escada e passe correndo do Minotauro. Retorne para moto; siga para direita e entre no nível.
– Trenches
Siga até a palmeira, deixe a moto e siga até encontrar uma Machine Gun. Se abrigue pôr trás das caixas de frente a metralhadora e siga agachado até próximo da Machine gun; equipe o revólver com a mira infra vermelha e mire (ainda agachado) no tambor atrás dela. Prossiga e entre na tubulação de gás; detone os guardas e detone a outra máquina da mesma maneira da primeira. Continue avançando até encontrar a Weapon Code Key (desabilita todas as máquinas de atirar). Mais adiante, dependure-se sem se preocupar com a metralhadora (desativada) e siga até encontar alguns guardas, umas caixas e um jeep capotado. Use o Crowbar no motor do Jeep e encontre a Valve Pipe. Combine a Valve Pipe com a Nitrous Oxide obtendo a Nitrous Oxide Feeder. Volte para onde deixou a moto e retorne para Chambers Of Tulun.
– Chambers f Tulun
Próximo do buraco onde você pulou com a moto para ir a área onde você pegou o Weapon Code Key há uma rampa. Use o Nitro na moto e marque distância. Quando correr, precione o botão de correr (R2 no playstation) e Lara conseguirá atravessar. Entre no nível e explore uma sala com algumas caixas de madeira e encontre uma estaca (tocha apagada). Agora conorne pelo caminho até achar uma chama para acende-la; retorne. Próximo a porta, use a tocha acessa no sistema de incêndio (um ponto vermelho na parede) e uma porta irá se abrir. Ative o switch; agora vá até a plataforma que se formou e pule para outra plataforma. Passando alguns obstáculos, você encontrará uma porta com cadeado, atire nele e pronto! Adiante você encontrará uma caixa com um switch escondido. Use o botão de ação e encontre a Roof Key. Agora é possóvel voltar até sua moto, para voltar ao Trenches level.
Trenches
Encoste sua moto próximo a palmeira e pegue a entrada à esquerda (de Lara), próximo a uma escadaria. Quando você estiver na escadaria, dobre a direita (de Lara) e suba um peuqeno batente. Você verá uma porta que para abrir, é necessário que você pule parado (como se fosse subir) e acione o botão de ação, para que Lara aguarre a maçaneta e com seu peso abra a porta. Fazendo isso, suba na plataforma; destrua com tiros a obstrução que atrapalha seu caminho; agarre-se no teto e atravesse de um canto a outro. Use a Roof Key na porta, e dependure-se na fenda adiante e siga para esquerda, suba e ache uma fenda que dá vista para um botão. Equipe arco e flecha com mira infra vermelha e atire no botão (aparentemente nada acontece). Desça a plataforma e suba na moto, pulando a rampa que a porta bloqueava para Ter acesso ao outro nível. Suba a escada.
– Street Bazaar
Após um pequeno diálogo entre Lara e um soldado, pegue o Mine Detonator Body. Na mesa com vários objetos, pegue a Handle. Reviste o carro e na traseira dele apanhe o macaco (Car-Jack Body). Acione o botão vermelho e entre na sala; Suba a pequena escada; siga em frente. Combine o macaco (Car-Jack Body) e a Handle e use na parded de tijolos. Adiante, arraste a caixa com um funil até o local onde está saindo raios. Encontre um corpo mutilado e pegue a Mine Position Data; combine com o Mine Detonator Body e você terá o Mine Detonator Item. Mais a frente, você encontrará umas caixas e um touro, que quebrará as caixas (caso você e a caixa estejam na mira dele), para que você continue para Trenches.
– Trenches
Novamente vá até sua moto; e retorne ao Street Bazaar level.
– Street Bazaar
Próximo ao soldado morto tem uma porta. Chute-a e entre no Trench Level através dela.
Trenches
Use o Mine Detonator para explodir as minas e passar com segurança. Ative o switch e volte para sua moto para passar pelo nível.
– Citadel Gate
Pule a rampa aqui usando o Nitro. Você sairá no caminho do monstro próximo ao minotauro, continue na moto até chegar no soldado ferido; uma cena mostrará o monstro morrendo.
– Citadel
Von Croy, possuído pôr Seth, profana o mesmo. Vasculhe e acione um switch; ache e acenda uma tocha; queime as cordas (no teto; é só pular com a tocha na mão); entre na passagem que se abre. Von Croy rescussita guerreiros. Continue e você verá um ninja defendendo um switch; a esquerda tem uma escada que acaba no nada; pule e se dependure na fenda na sua frente (é pra isso que ela serve); contorne par uma parte segura; solte o botão de ação e depois aperte de novo (assim ela fixa na fenda de baixo); entre numa sala com muitas rampas e execute pulos precisos; siga caminho e acione a alavanca, desativando as chamas; desça. Adiante você encontrará uma sala com 4 estatuetas (cada uma tem gravada a direção em cima) e uma bússola gigante no chão; organize de acordo com o ponto lateral (norte, sul, leste, Oeste) e a portas se abrem. Acione as alavancas nas portas e depois entre na água; encontre uma alavanca no teto de uma sala escura (próximo ao grande cano que fica vazando) e acione-a; ache agora outra sala com a alavanca (agora fora d’água) e acione; retorne para onde havia uma corda submersa e puxe-a; agora siga para passagem pequena e dê de cara com os guerreiros; sirva de cobaia para que eles tentem te golpear com a espada e acertem os obstáculos, facilitando sua saída. Numa caverna escura, tome cuidado e encontre Von Croy. Na batalha, Lara prende ele e seus “cães amestrados”, recupera o amuleto e dá no pé. Fim de level.
– The Sphinx Complex
Corra e detone os guardas; apanhe a Silver Key. Use a key; continue e ative 2 switches; tome cuidado com os escorpiões. Tome cuidado (até demais) com os precipícios; chute a porta azul e entre; empurre as estantes de metal; destrua as caixas; apanhe a Metal Blade. Vá para o outro lado e recolha o outro ítem (para combinar e formar uma pá), o Handle. Combine o Handle e o Metal Blade e obtenha a pá (shovel). Vá para pedra e Lara irá decifrar alguns códigos nela; após isso recue um pouco e use a pá, cavando e fazendo um buraco para passar de nível.
– Underneath The Sphinx
Ao passar, você avistará 2 touros e uma sala com um monte de grades e botões com figuras gravadas na parede. Atraia os touros para as gaiolas e depois tranque-os (fique de cobaia, depois acione o switch com eles dentro); vá até o esqueleto e pegue o mapa próximo com o paper which e você verá o significado das figuras no alfabeto; use-as nesta ordem. Na porta que se abre, você verá ao final duas estátuas e 4 slots onde deverão ser colocadas algumas estatuetas. Use o binóculo e descubra o código para abrir cada uma das portas. Acionando pássaro, copo e lâmina e depois o botão do meio, você acionará uma delas. Entre e depois dos buracos, entre nas grutinhas e você encontrará a Stone Of Maat; acione o switch que abre a grade (quase todas as entradas são desta forma: achou o ítem, o switch é do lado) e volte para sala dos botões. Ative agora Copo, lâmina e pássaro; presione o botão do meio, da esquerda e da direita; abra a porta. Você se depara com uma entrada com água. Detone os crocodilos e acione as pequenas entradas, o switch e depois vá até o meio desta área, desça e apanhe a Stone of Kherpri; volte. Agora vá com lâmina, copo, pássaro (esquerda, meio, direita); entre na porta; ative as alavancas internas (Lara põe a mão dentro da entrada e aciona); encontre a Stone Of Re; volte. Agora tente copo, pássaro, lâmina (meio, direita, esquerda); entre; mergulhe e procure o símbolo do pássaro (uma dica aqui e decorar todos os lugares das letras, pois cada switch abre uma letra) e suba para ativar o switch; mergulhe e procure acionar todos (um abrirá a entrada do outro) e finalmente obtenha a Stone Of Atum e vá a sala onde há seus slots e use-os, abrindo a porta. Dentro da grande armadilha, apanhe as 4 escrituras sagradas e dê o fora! Continue com alguns obstáculos (simples) e termine o level.
– Menkaure’s Pyramid
Comece escalando. Passe alguns obstáculos, mate alguns escorpiões gigantes e prossiga. Algumas plataformas escorregadias estarão presentes e serão necessários pulos precisos; adiante você encontrará um escorpião gigante matando um guarda. Mate o monstro rápido (com armas potentes; tomando cuidado para não matar o guarda) e pegue as chaves Armory Key e a Guards Keys com ele. Volte pôr onde veio, dependurando-se; use a guards keys para entrar.
– Inside Menkaure’s Pyramid
Ao avistar uma estrela na parede (Lara olha curiosamente), atire nela com alguma arma e a mira e a passagem abrirá. Entre na sala seguinte; atravesse as armadilhas e acione o switch à direita; volte e siga à esuqerda; mate o faraó fantasma e use o Crowbar e pegue a Western Shaft Key. Saia da pirâmide; siga e ative a switch à esquerda. Continue seguindo e tome cuidado quando chegar na parte onde tem algumas lâminas pêndulos e um chão com espetos; dependure-se no teto e volte pelo portão aberto e escorregue e pule na hora certa (senão, já sabe…); saia da fase.
– The Sphinx Complex
Volte para o portão perto da pedra (qual Lara lê) e use a Guard Keys na fechadura; entre no nível.
– The Mastabas
Após sua entrada, olhe à esquerda: você verá uma espécie de posto de gasolina adaptado para o deserto. Lá você consegue o Barril de Gasolina (Jerican). Siga caminho e detone as estacas com o nome “danger”; abra o calabouço e entre no alçapão subterrâneo. Procure dentro dele uma sala com algumas cabeças de lobo na parede; equipe o arco e flecha normal e combine com o Sight (mira infra vermelha) e atire nas línguas das estátuas, liberando a porta. Detone as múmias com a flecha explosiva e pegue um cantil (Small waterskin). Continuando o caminho, encontre outra sala igual; faça o mesmo procedimento e encontre um saco de areia (Bag of Sand). Mais a frente, você encontra uma estaca (para acender e usar como tocha) e deverá retornar até achar uma sala onde possa acende-la. Acenda as tochas que não estão acessas e se preciso atire nas cabeças dos lobos e a porta se arirá. Lá , você encontrará três recipientes com gravuras do sol, mar, terra. Encha o cantil com uma porção de água que há pôr trás dos recipientes. Use os ítens de acordo com os elementos da natureza (para conseguir o elemento fogo, do sol, use o Jerrican meio e depois acenda com a tocha). Uma porta se abrirá. Atire nas estátuas e acenda as tochas para poder abrir outra porta, pegue a Northern Shaft Key usando o crowbar e siga em frente. Adiante , você encontrará um buraco onde será necessário pular, jogar a tocha p/ outro lado e ainda agarrar na plataforma (requer muita experiência). Mais a frente você encontrará três estátuas e três slots para usar o crowbar. Use-o adequadamente e um macaco abrirá uma porta pra você (caso erre, aparecerá algum macaco fantasma para você enfrentar. Use no macaco que não ouve); siga e encontre a Southern Shaft key (uma porta se abrirá). Continue a e conclua mais um nível.
– The Great Pyramid
Saindo da caverna das passagens subterrâneas, equipe uma arma e detone o guarda, entre na portas e detone os besouros; abra o alçapão e confira o LargemedKit. Volte a siga para pirâmide. Apesar de confusas, decore as localidades seguras (onde você não escorregua) e onde caem as pedras da pirâmide; mate os besouros rapidamente, (ou você descobrirá a fundura da pirâmide, he, he, he…) e siga em frente, terminando o nível.
– Khufu’s Queens Pyramids
Siga em frente e contorne pela direita; você avistará alguns homens tentando matar os escorpiões gigantes. Detonando toda a área, entre no armazém de armas subterrâneo e recolha alguns ítens; depois siga para o armazém seguinte (nele contém todas as armas do game; caso você tenha salvo o guarda do escorpião e conseguido a chave Armory Key que ele lhe dá). Siga em frente (de preferência muito bem equipado de armas) e salte algumas plataformas. Mate os besouros e o escorpião gigante; siga a esquerda e veja que tem um desenho de uma espada gravado no chão e um medkit ao lado; puxe a pedra que está adiante e ponha ela sobre a figura no chão, abrindo uma porta. Entre nela e acione os switchs nas paredes e siga sempre à direita e você achará facilmente a Eastern Shaft Key, protegida por uma criatura do Egito. Tire ela de lá com o crowbar e retorne para a entrada principal (da pedra). Continue em frente (tomando cuidado com as pedras que caem da pirâmide) e use a Guardskey na fechadura da pirâmide, concluindo o nível.
– Inside the Great Pyramid
Dentro da pirâmide, detone os ninjas e siga pela entrada à direita; passe pelas paredes esmagadoras e acione o switch à sua esquerda, abrindo uma porta com uma estrela gravada no chão. Use as estrelas e acione o switch na mesma sala, abrindo sua saída. Detone os ninjas e desça para sala das paredes esmagadoras, indo para direita; acione o switch e volte para entrada da pirâmide. Siga em frente (como se fosse entrar no nível) e não entre mais à direita e sim na direção norte; detone os morcegos e pule (sem marcar distância) e conclua o nível entrando pela grade aberta e o bueiro iluminado.
– Temple of Horus
Dica: sempre combine o Grande cantil com o pequeno, nesta ordem.
.Siga em frente até achar uma sala com uma balança e o símbolo do amuleto na parede. Você vai notar que ao fundo há uma fera (Raptorhead) aprisionada. Ela se liberta a cada vez que você erra o código (quantidade de litros d’água para colocar no vaso) de abrir o alçapão. Encha o Cantil grande (Bigwaterskin) com água; combine o pequeno cantil (Smallwaterkin) vazio com o grande cheio, obtendo 2 litros no grande cantil. Use-o no vaso da balança e o alçapão se abrirá. Desça escorregando pela haste e você sairá em outra sala igual. Aqui a quantidade é de 4 litros. Com o pequeno cantil cheio de 3 litros (que distribuiu dele para o grande), combine ao grande vazio; encha o pequeno cantil de novo e combine com o grande de novo, deixando 1 litro restante no pequeno. Esvazie o grande e combine o pequeno com o grande, deixando 1 litro no cantil grande; encha o pequeno e combine com o grande, obtendo os 4 litros e use no vazo. Desça pela haste e encontre outra sala igual. Aqui a quantidade é de 1 litro. Encha o grande e combine ao pequeno vazio, obtendo 3 litros no pequeno e 2 no grande; esvazie o grande e depois combine com o pequeno, obtendo 3 litros no grande; encha o pequeno e combine ao grande, obtendo 5 litros no grande e 1 no pequeno; esvazie o grande e combine com 1 litro do pequeno e use na balança. Você terá acesso a uma escada iluminada; desça, ignorando a 1º entrada e ficando na Segunda. Marque distância, corra e pule em direção à água; saia da água e caminhe até Set, onde Lara colocará todas as partes de sua armadura recolhidas durante o jogo.
– Temple of Horus
Siga para o Norte e mergulhe na água; encontre o Amuleto de Horus. Nade em direção oposta e encontre um local para subir e ativar o switch, que abrirá a porta azul que fica perto de onde você pegou o amuleto. Acione o switch (para poder aprisionar Set) e siga contornando e você sairá na plataforma de onde veio no nível anterior (tomando cuidado com os tiros do inimigo). Suba a escada natural e Lara vai usar o amuleto e aprisionar Set. Fuja pela porta que se abre tomando muito cuidado com os pilares que caem e com as plataformas que escorregam e levam para os espetos. Feito tudo isso, é só assistir a “Última revelação de Lara”.

 


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TOMB RAIDER – THE LAST REVELATION

TOMB RAIDER – THE LAST REVELATION

Este novo jogo da série, que promete ser o último, traz novamente a maravilhosa Lara Croft. O Enredo é simples: é baseado em  uma lenda da mitologia egípcia, em que Hórus, o filho da luz, venceu o maligno deus Seth, que foi aprisionado em um túmulo secreto.

Já se passaram cinco mil anos desde o confronto entre Seth e Hórus…Agora a jovem Lara Croft encontrou o túmulo de Seth e inadvertidamente liberou o deus sinistro. A profecia sobre o retorno do mal está se concretizando e a humanidade logo estará mergulhada nas trevas. Resta pouco tempo. Lara precisa usar toda a sua inteligência e habilidade para deter essa entidade maléfica e salvar o mundo do Armagedom.

 

Características do jogo
bullet Pode jogar com a Lara ainda criança. Descubra os segredos de sua infância!
bullet Gráficos incríveis: Os personagens humanos e os cenários estão bem mais realistas
bullet Novo sistema de inventário: Combine ítens para construir ferramentas, aperfeiçoar armas e desvendas enigmas.
bullet Ambientes interativos: Atire em interruptores, decifre inscrições antigas, explore passagens secretas e esteja preparado para muitas surpresas.
bullet Movimentos inovadores: Agora também é possível subir em cordas e se balançar no ar.
bullet Inteligência artificial espetacular: Os inimigos estão mais espertos do que nunca e não lhe darão tregua. Portanto, todo cuidado é pouco na hora de enfrentar múmias, escaravelhos e cães furiosos. tomb4-logo2.gif
Requisitos de sistemas
Sem aceleração por hardware:

Pentium II 266 MHz ou equivalenteCom aceleração por hardware:Pentium II 233 MHz ou equivalente

Demais requisitos
Windows 95 ou 98
16 MB de RAM (32 MB recomendados)
10 MB de espaço livre no disco rígido
Unidade de CD-ROM de velocidade 4X (8X recomendada)
Placa de vídeo de 4 MB
Placa de som 100% compatível com o DirectX 6.1
Teclado e mouse
DirectX 6.1 ou superior (incluso no CD do jogo)
Suporta a maioria das placas de aceleração 3D, placas de som e joysticks compatíveis com o DirectX 6.1

 

Dicas de jogo
Dicas de Trapaça
Solução do jogo
Angkor Watt
O começo de tudo: Lara Croft com 16 anos, viaja com o arqueólogo Von Croy por patrocínio de Lord Henshingly Croft (ele assinou um cheque em troca da filha participando da expedição). É aí onde eles começam juntos. Von Croy lhe passa uns ensinamentos e Lara (no caso, você) tem que acatar. Encontre as oito cabeças de caveira que correspondem aos primeiros SEGREDOS do game; encontre pela primeira vez sua bolsa de mantimentos.
– Race for the Iris
Agora que Lara tem alguns conhecimentos, Von Croy a desafia para uma “coriida ao tesouro”. Não é obrigatório chegar primeiro que ele, mas caso consiga, haverá algumas mudanças na tela de diálogos entre os dois.
– The Tomb of Seth
Aqui o bicho pega!! Você já comanda Lara Croft em seus aninhos atuais, e no começo deve seguir uma espécie de “guia” no interior de uma caverna. Você achará os SEGREDOS na seguinte ordem: na sala onde a areia enche o ambiente (para pega-lo não acione a areia); antes de entar na tumba (antes do guia entrar na tumba, à direita); subindo pela esfinge pelo lado esquerdo; depois explore um switch para abrir uma porta que antes não se abria. Na parte das figuras iluminadas, o objetivo é ascender as tochas e todas as figuras, para conseguir um item para poder de fase.
– Burial Chambers
Na rampa pule para pendurar-se e descobrir um SEGREDO; acione o switch; desça a rampa e na sala dos espetos pule para o lado esquerdo e pegue o SEGREDO; obtenha o item THE HANDS OF ORION.
– City Of The Dead
Comece o nível e saia da moto; mate o guarda e suba a plataforma e pegue o revólver. Siga com cuidado até achar uma entrada de frente a um portão. Corra para não levar muitos tiros da máquina e chute a porta; dentro desta sala, você encontrará um cadáver; arraste-o para um lugar seguro e retorne a motocicleta. Contorne e encontre uma entrada na qual será preciso entrar agachado. Acione a alavanca dentro desta área e retorne para sala onde você teria encontrado o cadáver; explore a área e ative a alavanca (uma grade abrirá). Volte para o início da fase, e pule uma rampa que dá acesso a uma plataforma com alguns cavaletes. Entre no nível e escorregue para entrar na área. Suba numa plataforma próxima a um cadáver (com um sight – mira infra vermelha) e atire no balão. Umas vespas e um espírito de gelo irão incomodá-lo. Corra até a parte com água e mergulhe. O espírito irá lhe seguir e congelará a água, facilitando sua passagem. Volte ao local, e ative a alavanca. Retorne para parte onde deixou sua moto. Próximo ao local tem uma fenda onde Lara pode dependurar-se e seguir pela direita, e depois subir. Marque distância, olhe a alavanca na parede (na qual você deve correr e pular para agarrar e acionar) e use a alavanca para abrir o portão. Siga com a moto alguns trechos e ative os switchs durante o caminho. Vá subindo com a moto e depois atire no helicóptero lá no topo do prédio. Pule para lá e ative a alavanca. Retorne para moto e siga em direção a sala onde você encontrou o cadáver sobre a grade. Agora será possível passar pela grade principal, saindo da cidade.
– Chambers Of Tulun
Entre no nível, saia da moto e veja uma espécie de castelo. Passe adiante a atraia a atenção do minotauro (não atire nele, será envão) e faça com que ele fique girando pôr dentro do castelo. Suba as plataformas e siga até o topo; acione a alavanca, prendendo o monstro lá dentro. Volte com rapidez (pela corda) e deslize na plataforma e suba na moto e corra pela esquerda e pule na rampa; saia da moto e siga para área onde veio o minotauro. Ative a alavanca giratória e corra rapidamente para direita. Suba escada e conclua o nível.
– Citadel Gate
Você encontrará um soldado ferido e eles conversarão. Em seguida, siga a direita e ignore o monstro, passando adiante. Encontre uma área com duas tumbas e uma série de switches para ativar. Use nesta ordem: 1, 2, 3 pôr diante. Use o crowbar para descobrir outra plataforma. Dica: atire como a mira infra vermelha no obstáculo de madeira para facilitar nos códigos dos switches. Ativando todos, use a corda para atravessar para plataforma seguinte e siga por cima. Contorne e encontre uma área com um automóvel em chamas. Lá você pegua a Nitrous Oxide Cannister. Agora faça todo o caminho de volta para o Chambers Of Tulun.
– Chambers of Tulun
Desça a escada e passe correndo do Minotauro. Retorne para moto; siga para direita e entre no nível.
– Trenches
Siga até a palmeira, deixe a moto e siga até encontrar uma Machine Gun. Se abrigue pôr trás das caixas de frente a metralhadora e siga agachado até próximo da Machine gun; equipe o revólver com a mira infra vermelha e mire (ainda agachado) no tambor atrás dela. Prossiga e entre na tubulação de gás; detone os guardas e detone a outra máquina da mesma maneira da primeira. Continue avançando até encontrar a Weapon Code Key (desabilita todas as máquinas de atirar). Mais adiante, dependure-se sem se preocupar com a metralhadora (desativada) e siga até encontar alguns guardas, umas caixas e um jeep capotado. Use o Crowbar no motor do Jeep e encontre a Valve Pipe. Combine a Valve Pipe com a Nitrous Oxide obtendo a Nitrous Oxide Feeder. Volte para onde deixou a moto e retorne para Chambers Of Tulun.
– Chambers f Tulun
Próximo do buraco onde você pulou com a moto para ir a área onde você pegou o Weapon Code Key há uma rampa. Use o Nitro na moto e marque distância. Quando correr, precione o botão de correr (R2 no playstation) e Lara conseguirá atravessar. Entre no nível e explore uma sala com algumas caixas de madeira e encontre uma estaca (tocha apagada). Agora conorne pelo caminho até achar uma chama para acende-la; retorne. Próximo a porta, use a tocha acessa no sistema de incêndio (um ponto vermelho na parede) e uma porta irá se abrir. Ative o switch; agora vá até a plataforma que se formou e pule para outra plataforma. Passando alguns obstáculos, você encontrará uma porta com cadeado, atire nele e pronto! Adiante você encontrará uma caixa com um switch escondido. Use o botão de ação e encontre a Roof Key. Agora é possóvel voltar até sua moto, para voltar ao Trenches level.
Trenches
Encoste sua moto próximo a palmeira e pegue a entrada à esquerda (de Lara), próximo a uma escadaria. Quando você estiver na escadaria, dobre a direita (de Lara) e suba um peuqeno batente. Você verá uma porta que para abrir, é necessário que você pule parado (como se fosse subir) e acione o botão de ação, para que Lara aguarre a maçaneta e com seu peso abra a porta. Fazendo isso, suba na plataforma; destrua com tiros a obstrução que atrapalha seu caminho; agarre-se no teto e atravesse de um canto a outro. Use a Roof Key na porta, e dependure-se na fenda adiante e siga para esquerda, suba e ache uma fenda que dá vista para um botão. Equipe arco e flecha com mira infra vermelha e atire no botão (aparentemente nada acontece). Desça a plataforma e suba na moto, pulando a rampa que a porta bloqueava para Ter acesso ao outro nível. Suba a escada.
– Street Bazaar
Após um pequeno diálogo entre Lara e um soldado, pegue o Mine Detonator Body. Na mesa com vários objetos, pegue a Handle. Reviste o carro e na traseira dele apanhe o macaco (Car-Jack Body). Acione o botão vermelho e entre na sala; Suba a pequena escada; siga em frente. Combine o macaco (Car-Jack Body) e a Handle e use na parded de tijolos. Adiante, arraste a caixa com um funil até o local onde está saindo raios. Encontre um corpo mutilado e pegue a Mine Position Data; combine com o Mine Detonator Body e você terá o Mine Detonator Item. Mais a frente, você encontrará umas caixas e um touro, que quebrará as caixas (caso você e a caixa estejam na mira dele), para que você continue para Trenches.
– Trenches
Novamente vá até sua moto; e retorne ao Street Bazaar level.
– Street Bazaar
Próximo ao soldado morto tem uma porta. Chute-a e entre no Trench Level através dela.
Trenches
Use o Mine Detonator para explodir as minas e passar com segurança. Ative o switch e volte para sua moto para passar pelo nível.
– Citadel Gate
Pule a rampa aqui usando o Nitro. Você sairá no caminho do monstro próximo ao minotauro, continue na moto até chegar no soldado ferido; uma cena mostrará o monstro morrendo.
– Citadel
Von Croy, possuído pôr Seth, profana o mesmo. Vasculhe e acione um switch; ache e acenda uma tocha; queime as cordas (no teto; é só pular com a tocha na mão); entre na passagem que se abre. Von Croy rescussita guerreiros. Continue e você verá um ninja defendendo um switch; a esquerda tem uma escada que acaba no nada; pule e se dependure na fenda na sua frente (é pra isso que ela serve); contorne par uma parte segura; solte o botão de ação e depois aperte de novo (assim ela fixa na fenda de baixo); entre numa sala com muitas rampas e execute pulos precisos; siga caminho e acione a alavanca, desativando as chamas; desça. Adiante você encontrará uma sala com 4 estatuetas (cada uma tem gravada a direção em cima) e uma bússola gigante no chão; organize de acordo com o ponto lateral (norte, sul, leste, Oeste) e a portas se abrem. Acione as alavancas nas portas e depois entre na água; encontre uma alavanca no teto de uma sala escura (próximo ao grande cano que fica vazando) e acione-a; ache agora outra sala com a alavanca (agora fora d’água) e acione; retorne para onde havia uma corda submersa e puxe-a; agora siga para passagem pequena e dê de cara com os guerreiros; sirva de cobaia para que eles tentem te golpear com a espada e acertem os obstáculos, facilitando sua saída. Numa caverna escura, tome cuidado e encontre Von Croy. Na batalha, Lara prende ele e seus “cães amestrados”, recupera o amuleto e dá no pé. Fim de level.
– The Sphinx Complex
Corra e detone os guardas; apanhe a Silver Key. Use a key; continue e ative 2 switches; tome cuidado com os escorpiões. Tome cuidado (até demais) com os precipícios; chute a porta azul e entre; empurre as estantes de metal; destrua as caixas; apanhe a Metal Blade. Vá para o outro lado e recolha o outro ítem (para combinar e formar uma pá), o Handle. Combine o Handle e o Metal Blade e obtenha a pá (shovel). Vá para pedra e Lara irá decifrar alguns códigos nela; após isso recue um pouco e use a pá, cavando e fazendo um buraco para passar de nível.
– Underneath The Sphinx
Ao passar, você avistará 2 touros e uma sala com um monte de grades e botões com figuras gravadas na parede. Atraia os touros para as gaiolas e depois tranque-os (fique de cobaia, depois acione o switch com eles dentro); vá até o esqueleto e pegue o mapa próximo com o paper which e você verá o significado das figuras no alfabeto; use-as nesta ordem. Na porta que se abre, você verá ao final duas estátuas e 4 slots onde deverão ser colocadas algumas estatuetas. Use o binóculo e descubra o código para abrir cada uma das portas. Acionando pássaro, copo e lâmina e depois o botão do meio, você acionará uma delas. Entre e depois dos buracos, entre nas grutinhas e você encontrará a Stone Of Maat; acione o switch que abre a grade (quase todas as entradas são desta forma: achou o ítem, o switch é do lado) e volte para sala dos botões. Ative agora Copo, lâmina e pássaro; presione o botão do meio, da esquerda e da direita; abra a porta. Você se depara com uma entrada com água. Detone os crocodilos e acione as pequenas entradas, o switch e depois vá até o meio desta área, desça e apanhe a Stone of Kherpri; volte. Agora vá com lâmina, copo, pássaro (esquerda, meio, direita); entre na porta; ative as alavancas internas (Lara põe a mão dentro da entrada e aciona); encontre a Stone Of Re; volte. Agora tente copo, pássaro, lâmina (meio, direita, esquerda); entre; mergulhe e procure o símbolo do pássaro (uma dica aqui e decorar todos os lugares das letras, pois cada switch abre uma letra) e suba para ativar o switch; mergulhe e procure acionar todos (um abrirá a entrada do outro) e finalmente obtenha a Stone Of Atum e vá a sala onde há seus slots e use-os, abrindo a porta. Dentro da grande armadilha, apanhe as 4 escrituras sagradas e dê o fora! Continue com alguns obstáculos (simples) e termine o level.
– Menkaure’s Pyramid
Comece escalando. Passe alguns obstáculos, mate alguns escorpiões gigantes e prossiga. Algumas plataformas escorregadias estarão presentes e serão necessários pulos precisos; adiante você encontrará um escorpião gigante matando um guarda. Mate o monstro rápido (com armas potentes; tomando cuidado para não matar o guarda) e pegue as chaves Armory Key e a Guards Keys com ele. Volte pôr onde veio, dependurando-se; use a guards keys para entrar.
– Inside Menkaure’s Pyramid
Ao avistar uma estrela na parede (Lara olha curiosamente), atire nela com alguma arma e a mira e a passagem abrirá. Entre na sala seguinte; atravesse as armadilhas e acione o switch à direita; volte e siga à esuqerda; mate o faraó fantasma e use o Crowbar e pegue a Western Shaft Key. Saia da pirâmide; siga e ative a switch à esquerda. Continue seguindo e tome cuidado quando chegar na parte onde tem algumas lâminas pêndulos e um chão com espetos; dependure-se no teto e volte pelo portão aberto e escorregue e pule na hora certa (senão, já sabe…); saia da fase.
– The Sphinx Complex
Volte para o portão perto da pedra (qual Lara lê) e use a Guard Keys na fechadura; entre no nível.
– The Mastabas
Após sua entrada, olhe à esquerda: você verá uma espécie de posto de gasolina adaptado para o deserto. Lá você consegue o Barril de Gasolina (Jerican). Siga caminho e detone as estacas com o nome “danger”; abra o calabouço e entre no alçapão subterrâneo. Procure dentro dele uma sala com algumas cabeças de lobo na parede; equipe o arco e flecha normal e combine com o Sight (mira infra vermelha) e atire nas línguas das estátuas, liberando a porta. Detone as múmias com a flecha explosiva e pegue um cantil (Small waterskin). Continuando o caminho, encontre outra sala igual; faça o mesmo procedimento e encontre um saco de areia (Bag of Sand). Mais a frente, você encontra uma estaca (para acender e usar como tocha) e deverá retornar até achar uma sala onde possa acende-la. Acenda as tochas que não estão acessas e se preciso atire nas cabeças dos lobos e a porta se arirá. Lá , você encontrará três recipientes com gravuras do sol, mar, terra. Encha o cantil com uma porção de água que há pôr trás dos recipientes. Use os ítens de acordo com os elementos da natureza (para conseguir o elemento fogo, do sol, use o Jerrican meio e depois acenda com a tocha). Uma porta se abrirá. Atire nas estátuas e acenda as tochas para poder abrir outra porta, pegue a Northern Shaft Key usando o crowbar e siga em frente. Adiante , você encontrará um buraco onde será necessário pular, jogar a tocha p/ outro lado e ainda agarrar na plataforma (requer muita experiência). Mais a frente você encontrará três estátuas e três slots para usar o crowbar. Use-o adequadamente e um macaco abrirá uma porta pra você (caso erre, aparecerá algum macaco fantasma para você enfrentar. Use no macaco que não ouve); siga e encontre a Southern Shaft key (uma porta se abrirá). Continue a e conclua mais um nível.
– The Great Pyramid
Saindo da caverna das passagens subterrâneas, equipe uma arma e detone o guarda, entre na portas e detone os besouros; abra o alçapão e confira o LargemedKit. Volte a siga para pirâmide. Apesar de confusas, decore as localidades seguras (onde você não escorregua) e onde caem as pedras da pirâmide; mate os besouros rapidamente, (ou você descobrirá a fundura da pirâmide, he, he, he…) e siga em frente, terminando o nível.
– Khufu’s Queens Pyramids
Siga em frente e contorne pela direita; você avistará alguns homens tentando matar os escorpiões gigantes. Detonando toda a área, entre no armazém de armas subterrâneo e recolha alguns ítens; depois siga para o armazém seguinte (nele contém todas as armas do game; caso você tenha salvo o guarda do escorpião e conseguido a chave Armory Key que ele lhe dá). Siga em frente (de preferência muito bem equipado de armas) e salte algumas plataformas. Mate os besouros e o escorpião gigante; siga a esquerda e veja que tem um desenho de uma espada gravado no chão e um medkit ao lado; puxe a pedra que está adiante e ponha ela sobre a figura no chão, abrindo uma porta. Entre nela e acione os switchs nas paredes e siga sempre à direita e você achará facilmente a Eastern Shaft Key, protegida por uma criatura do Egito. Tire ela de lá com o crowbar e retorne para a entrada principal (da pedra). Continue em frente (tomando cuidado com as pedras que caem da pirâmide) e use a Guardskey na fechadura da pirâmide, concluindo o nível.
– Inside the Great Pyramid
Dentro da pirâmide, detone os ninjas e siga pela entrada à direita; passe pelas paredes esmagadoras e acione o switch à sua esquerda, abrindo uma porta com uma estrela gravada no chão. Use as estrelas e acione o switch na mesma sala, abrindo sua saída. Detone os ninjas e desça para sala das paredes esmagadoras, indo para direita; acione o switch e volte para entrada da pirâmide. Siga em frente (como se fosse entrar no nível) e não entre mais à direita e sim na direção norte; detone os morcegos e pule (sem marcar distância) e conclua o nível entrando pela grade aberta e o bueiro iluminado.
– Temple of Horus
Dica: sempre combine o Grande cantil com o pequeno, nesta ordem.
.Siga em frente até achar uma sala com uma balança e o símbolo do amuleto na parede. Você vai notar que ao fundo há uma fera (Raptorhead) aprisionada. Ela se liberta a cada vez que você erra o código (quantidade de litros d’água para colocar no vaso) de abrir o alçapão. Encha o Cantil grande (Bigwaterskin) com água; combine o pequeno cantil (Smallwaterkin) vazio com o grande cheio, obtendo 2 litros no grande cantil. Use-o no vaso da balança e o alçapão se abrirá. Desça escorregando pela haste e você sairá em outra sala igual. Aqui a quantidade é de 4 litros. Com o pequeno cantil cheio de 3 litros (que distribuiu dele para o grande), combine ao grande vazio; encha o pequeno cantil de novo e combine com o grande de novo, deixando 1 litro restante no pequeno. Esvazie o grande e combine o pequeno com o grande, deixando 1 litro no cantil grande; encha o pequeno e combine com o grande, obtendo os 4 litros e use no vazo. Desça pela haste e encontre outra sala igual. Aqui a quantidade é de 1 litro. Encha o grande e combine ao pequeno vazio, obtendo 3 litros no pequeno e 2 no grande; esvazie o grande e depois combine com o pequeno, obtendo 3 litros no grande; encha o pequeno e combine ao grande, obtendo 5 litros no grande e 1 no pequeno; esvazie o grande e combine com 1 litro do pequeno e use na balança. Você terá acesso a uma escada iluminada; desça, ignorando a 1º entrada e ficando na Segunda. Marque distância, corra e pule em direção à água; saia da água e caminhe até Set, onde Lara colocará todas as partes de sua armadura recolhidas durante o jogo.
– Temple of Horus
Siga para o Norte e mergulhe na água; encontre o Amuleto de Horus. Nade em direção oposta e encontre um local para subir e ativar o switch, que abrirá a porta azul que fica perto de onde você pegou o amuleto. Acione o switch (para poder aprisionar Set) e siga contornando e você sairá na plataforma de onde veio no nível anterior (tomando cuidado com os tiros do inimigo). Suba a escada natural e Lara vai usar o amuleto e aprisionar Set. Fuja pela porta que se abre tomando muito cuidado com os pilares que caem e com as plataformas que escorregam e levam para os espetos. Feito tudo isso, é só assistir a “Última revelação de Lara”.